Buscas por medicamentos para alopecia feminina crescem 1.400% no Google
Também houve aumento repentino na busca por queda de cabelo devido à Covid e à menopausa

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A busca por remédios para alopecia feminina no Google registrou crescimento de 1.400% nos últimos 12 meses, o número é cerca de 60% em relação ao mesmo período anterior. Também houve aumento repentino na busca por queda de cabelo devido à Covid e à menopausa. De acordo com o especialista em cabelo, o dermatologista Diorivano Custódio Junior, até 50% das mulheres serão acometidas ao longo da vida pela alopecia androgenética. Nos homens, esse índice é de 80%. "Ela começa a se desenvolver depois da puberdade, com os hormônios androgênicos. Quem é acometido tem predisposição genética que herdou de pai, mãe, avós e bisavós".
Na alopecia androgenética, os fios de cabelos passam por um processo de afinamento silencioso, que começa na parte da frente da cabeça e vai se espalhando pelo couro cabeludo em forma de mosaicos, quando não é tratada.
Outro forma de alopecia que afeta as mulheres é a areata, doença inflamatória que provoca perda de cabelo em formato circular. Os fatores que influenciam essa calvície pode ser desde predisposição genética a reação autoimune.
O tratamento para alopecia varia de acordo com cada caso. No caso de paciente que perdeu fios e tem áreas com rarefação de cabelos, a cirurgia de transplante de fios pode amenizar.