Citado no processo de desvios de aposentados e pensionistas do INSS, Lulinha movimentou R$19 milhões entre 2022 e 2025
A quebra de sigilo bancário foi autorizado pelo do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, na última quinta-feira (26).

Foto: reprodução.
O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, movimentou R$ 19,3 milhões entre os anos de 2022 a 2025 da sua conta bancária aberta em uma agência do segmento Estilo, do Banco do Brasil.
Segundo informações obtidas pela coluna Andreza Matais, do site Metrópoles, após a quebra de sigilo, metade do valor (R$ 9,66 milhões) corresponde a créditos e o restante a pagamentos.
O maior valor movimentado foi em 2024 com R$ 7,2 milhões. Já em 2026, até o dia 30 de janeiro, o valor total registrado foi de R$ 205.455,96.
A quebra ainda mostrou que as principais fontes de pagamento do empresário são suas próprias empresas, a LLF Tech Participações (R$ 2,37 milhões) e a G4 Entretenimento e Tecnologia (R$ 772 mil) e o restante são aplicações, o que aponta que é uma conta de investimentos.
Citado no processo relacionado ao descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas e apontado com um dos sócios de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, Lulinha teve a quebra de sigilo das contas bancárias autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, na última quinta-feira (26).


