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Cotado para fazer parte da campanha de Lula, Jerônimo volta a Brasília para alinhar estratégia no 2º turno

Governador reeleito da Bahia reuniu prefeitos e lideranças antes de se encontrar novamente com o presidente

Por Ane Catarine Lima
Às

Atualizado
Cotado para fazer parte da campanha de Lula, Jerônimo volta a Brasília para alinhar estratégia no 2º turno

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a Brasília nesta terça-feira (6) para se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com a coordenação nacional da campanha. O encontro tem como objetivo alinhar a estratégia para o segundo turno da eleição presidencial.

Cotado para assumir a coordenação nacional da campanha nessa reta final, Jerônimo já havia se reunido com Lula na capital federal na segunda-feira (5), um dia após o primeiro turno das eleições. 

Antes de viajar novamente à capital federal, o governador reeleito reuniu prefeitos e lideranças políticas da Bahia nesta terça-feira para definir a estratégia de apoio a Lula e de oposição ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do presidente na disputa.

“Fizemos hoje uma reunião com a majoritária, com os prefeitos e alguns coordenadores de regiões. Nós vamos fazer isso com a Bahia inteira. Estamos indo agora a Brasília novamente para outra reunião”, afirmou Jerônimo em vídeo publicado nas redes sociais.

Estratégia 

Segundo Jerônimo, a estratégia será buscar os votos que Lula não recebeu no primeiro turno, principalmente com ações para reduzir a abstenção.

“O ritmo tem que acelerar a partir de agora. Nós vamos reverter esses votos que não tivemos no primeiro turno. Para nós, é fundamental ir buscar o voto que não aconteceu, ir atrás das abstenções”, disse.

Críticas a Flávio Bolsonaro

Jerônimo também afirmou que considera haver um “prejuízo muito grande” caso Flávio Bolsonaro seja eleito. Segundo o governador, o senador daria continuidade ao governo do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Sabemos que o prejuízo é muito grande com Flávio Bolsonaro, pois ele vai fazer o mesmo que o pai fez. Ou seja, vai retirar direitos e fechar ministérios”, afirmou.

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