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Banco Digimas: Edir Macedo tem sigilo bancário e fiscal quebrados em operação da PF contra fraudes

A Operação Miragem foi deflagrada nesta terça-feira (23)

Por Da Redação
Às

Atualizado
Banco Digimas: Edir Macedo tem sigilo bancário e fiscal quebrados em operação da PF contra fraudes

Foto: Alan Santos/PR.

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, foi alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal na Operação Miragem, que investiga fraudes financeiras no Banco Digimais, pertencente ao evangélico. A ação foi deflagra nesta terça-feira (23) pela Polícia Federal. 

Segundo as investigações, os envolvidos, com o intuito de dar aparência de solvência para enganar órgãos de fiscalização  e realizar operações supostamente irregulares, teriam  ocultado a situação real da  instituição financeira por meio da manipulação de demonstrativos contábeis e registros regulatórios. 

Na ação, também foi autorizada a quebra dos sigilos fiscais do (a): B.A. Empreendimentos e Participações S.A, Banco Digimais S.A., Bless Capital Gestora de Recursos, Digimais Secutirizadora  de Créditos Financeiros S.A., Exp 1FIDC-NP, Guidare FIM CP, Hermon Fundo de Investimentos em Direitos Creditório Não Padronizados (FIDC-NP) RL, ID 112 FIDC-NP, ID Corretora de Títulos e Valores Imobiliários, João Alves de Campos, João Luiz Urbaneja, José Roberto Giancolli Filho , Marcello Lima Brasil, Rodrigo Balassiano, Rodrigo Ruggero, Thiago Rodrigues Urbaneja  e Rocha Silva consultoria e Estruturação (Marcos Serviços de Consultoria LTDA).   

Além disso, foram cumpridos nove  mandados de busca e apreensão, todos em São Paulo, contra Rodrigo Rugerro, João Luiz Urbaneja, José Roberto Giancoli Filho, Rodrigo Balassiano, Marcelo de Lima Brasil, João Alves de Campos, Banco Digimas S.A. e ID Corretora de Títulos e Valores Imobiliários.   

O sequestro e bloqueio de bens no valor superior a R$ 670 milhões do bispo e dos nove alvos de mandados de busca e apreensão também foi autorizada. O valor é referente ao ganho patrimonial com a fraude.  
 
Os investigados poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedada.
 

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