Empresariado brasileiro tem avaliação pessimista sobre articulação da Direita com Trump para enquadrar facções como organizações terroristas; entenda
Presidente estadunidense classificou PCC e CV como organizações internacionais terroristas em maio deste ano

Foto: Divulgação/Casa Branca
Empresários brasileiros que têm conversado com parlamentares e integrantes do governo dos Estados Unidos para tentar reverter a medida adotada na gestão de Donald Trump, que classifica o Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas estrangeiras, apontam piora nas tratativas. As informações são de coluna da jornalista Milena Teixeira, do portal Metrópoles.
Conforme pontuado na coluna, as conversas permanecem travadas e há pouco avanço nas tratativas. Desde o anúncio, no dia 28 de maio, empresários brasileiros passaram a se mobilizar para tentar reverter a decisão, que tem possibilidade de impor forte impacto econômico e aumentar a burocracia para o setor produtivo nacional.
Diante das leis extraterritoriais estadunidenses, empresas brasileira poderiam ser afetadas por sanções financeiras mais severas, que incluem restrições impostas por autoridades americanas.
A medida foi anunciada dois dias após o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), se reunir com o presidente estadunidense na Casa Branca. Apesar da proximidade das datas, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Roberson, negou que a decisão tenha sido influenciada por pedidos feitos por políticos brasileiros, como Flávio.


