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Glória Anjos defende inclusão da neurodiversidade nas políticas de assistência em episódio do Espectro No Farol

Pedagoga e escritora Glória Anjos destaca desafios no preparo de profissionais para atender pessoas neurodivergentes

Por Da Redação
Às

Glória Anjos defende inclusão da neurodiversidade nas políticas de assistência em episódio do Espectro No Farol

Foto: FB Comunicações

O podcast Espectro No Farol exibiu, no último sábado (25), um novo episódio com a participação da pedagoga e escritora Glória Anjos. A entrevista abordou a escrita como ferramenta de visibilidade para a maternidade atípica e ampliou o debate para a inclusão da neurodiversidade nas políticas públicas.

Durante a conversa, a convidada chamou atenção para a necessidade de maior preparo dos profissionais que atuam na rede de assistência social. “Hoje, luto também para que, dentro da política de assistência social, seja dialogada a neurodiversidade, que os profissionais estejam preparados para acolher esse público”, afirmou.

Ela destacou que a falta de capacitação não se restringe à educação, mas também atinge outras áreas que lidam com o mesmo público. “Não só no âmbito da educação, mas também da assistência social, porque o indivíduo é o mesmo público, o que está na saúde, está no social, está na educação”, disse.

Glória Anjos também mencionou avanços recentes no debate, ao citar discussões realizadas em espaços institucionais, mas ponderou que ainda há lacunas na aplicação prática. “Essa deficiência está preparada, já está sendo discutida nos programas de autocomplexidade, mas ainda não se chegou nos programas de proteção básica, que é o CRAS, que é o CREAS, para trabalhar uma capacitação para esses profissionais.”

A entrevistada ainda ressaltou a importância de materiais informativos e de orientação para fortalecer o atendimento. “E materiais informativos mesmo, de instrução, de leitura, perto dessa política de assistência”, completou.

O episódio reforça a necessidade de integração entre áreas como saúde, educação e assistência social, além de evidenciar desafios na formação de profissionais para o atendimento adequado de pessoas neurodivergentes.

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