Humberto Gessinger toca grandes clássicos do Engenheiros do Havaí em  Salvador

Artista se apresenta no dia 21 de agosto na Concha Acústica do TCA

[Humberto Gessinger toca grandes clássicos do Engenheiros do Havaí em  Salvador]

FOTO: Divulgação

Canções que marcaram época ao som da voz de Humberto Gessinger estão no repertorio do artista, que se apresenta no próximo dia 21 de agosto, na Concha Acústica do TCA, em Salvador. O cantor, compositor, multi-instrumentista e escritor, apresenta o repertório do seu quarto disco solo “Não Vejo a Hora”. As vendas acontecem na @bilheteriavirtual - www.bilheteriavirtual.com, no Pida e Balcões de Ingressos do Shopping Iguatemi.
 
No palco, Gessinger (vocal, baixo, harmônicas e piano) é acompanhado por Rafa Bisogno (bateria, percussão, bateria eletrônica e voz) e Felipe Rotta (guitarra, violão, bandolim e voz). No repertório, clássicos de sua carreira como Infinita Highway, Refrão de Bolero e Terra de Gigantes, além de canções do álbum Não Vejo a Hora como Partiu, Bem a Fim, Um dia de Cada Vez e Estranho Fetiche. O evento é uma produção da Stallo´s Produções e Cia. de Eventos.
 
NÃO VEJO A HORA – O DISCO - Lançado em 2019 em CD, vinil, K7 e em todas as plataformas digitais, o álbum foi gravado no Estúdio Soma em Porto Alegre e conta com duas formações, dois trios distintos: o "power trio" e o trio acústico.
 
Produzido por Humberto Gessinger, “Não Vejo a Hora” é o primeiro álbum de inéditas desde “InSULar” (2013) e traz 11 canções autorais gravadas com dois trios. São oito faixas com o power trio formado com Rafa Bisogno na bateria e Felipe Rotta na guitarra (músicos que o acompanham na estrada) e Humberto no baixo de seis cordas. Nas três músicas acústicas, Gessinger assume a viola caipira, acompanhado por Nando Peters no baixo acústico e Paulinho Goulart no acordeon.
 
As ilustrações da capa e contracapa são do artista gaúcho Felipe Constant. “Desde o início, saquei que o material pedia uma produção ágil, rápida, para que a força das composições não se perdesse em firulas no estúdio. Foi o que a gente fez. Com exceção de alguns vocais que eu dobrei, não há overdub no disco. Não Vejo a Hora é um disco focado na simplicidade dos trios.” Conta Humberto.
 
 

 


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