Inspirados no "Exercito do Lula", grupos políticos ao redor do mundo adotam estratégia de André Janones
Há exemplos na Argentina, Espanha e França.

Foto: Reprodução/ Redes Sociais | Afrian E. Prasetyo/ Icon-Icons | Creative Studio/ Icon-Icons | BlinxTheKitty/ Wikimendia Commons
O grupo de WhatsApp "Exército do Lula", criado pelo deputado federal eleito André Janones (Rede-MG) e que influenciou diretamente na reeleição inédita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem sido utilizado como referência por movimentos políticos do mesmo espectro na Argentina, Espanha e França.
No país sul-americano, opositores do presidente Javier Milei que defendem o peronismo, criaram o "Ejército del Peronismo" ou "Exército do Peronismo" em português. No grupo, os integrantes recebem missões voltadas ao crescimento da comunidade nas redes sociais, semelhante ao que ocorria no Exército Lula. Mensagens e imagens relacionada ao presidente do Brasil também são compartilhadas no canal.
Já na Espanha, apoiadores do primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), participam do grupo 'La fuerza de la gente' (A força das pessoas). Nele, imagens e vídeos do político, que está em pré-campanha, são compartilhadas com o objetivo de ampliar a divulgação do seu dircuso. Além disso, as estratégias de Janones foram reunidas nas '6 regras da estratégia digital de Janones'.
Por fim, na França, o partido França Insubmissa (LFI), que tem como fundador Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda, está a frente do canal "L’équipe de Mélenchon officielle" (A equipe oficial de Mélenchon) após simpatizantes criarem o grupo não oficial "Les Soldats Insoumis" (Soldados Insubmissos).
No grupo francês, os participantes são orientados a convidar outras pessoas e a impedir o crecimento de perfis e conteúdos de adversários políticos. Até mensagens em portugês podem ser encontradas no canal.


