O Departamento de Segurança Interna norte-americano emitiu um aviso contra possíveis ataques cibernéticos pelo Irã e seus representantes um dia após os ataques aéreos dos EUA matarem o general iraniano Qassim Soleimani.
“O Irã mantém um programa cibernético robusto e pode executar ataques cibernéticos contra os Estados Unidos”, dizia o comunicado. “O Irã é capaz de, no mínimo, realizar ataques com efeitos disruptivos temporários contra infraestrutura crítica nos Estados Unidos.”
As autoridades pediram aos cidadãos que se preparassem para “interrupções cibernéticas, e-mails suspeitos e atrasos na rede”.
Horas depois do boletim, um site do governo federal norte-americano foi invadido por hackers supostamente conectados ao Irã, que o desfiguraram com uma foto montada do presidente Donald Trump recebendo um soco na cara e uma homenagem ao general morto, que liderava a Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária do Irã.
Ainda não há informação sobre se os hackers estavam vinculados ao Irã, mas o ataque ao site dos EUA foi consistente com intrusões semelhantes no passado realizadas por hackers iranianos.
O Irã prometeu uma “forte vingança” após o assassinato de Soleimani, e espera-se que a guerra cibernética seja um componente importante dessa retaliação.
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