João Merín mescla a música erudita com a eletrônica em "Meninos Brincando na Lua"!
Quarto álbum do rapper baiano traz participações de Thalma de Freitas, Rincon Sapiência, Mikideb, Cele Brandão, Jah Dartanham, David Calmon, Carol Mathias, Max B.O. e Duda Diamba

Foto: Divulgação
"Menino Brincando na Lua”é o quarto álbum de estúdio do cantor, compositor e rapper João Merín. “Nós dois olhando o céu em Setembro”. O primeiro verso da introdução da nova obra já diz muito sobre o tema. O disco fala do lado mais puro das pessoas enfrentando as diversidades que é o mundo. Com dez faixas, o disco chega no dia dos santos gêmeos, 27 de setembro, em todas as plataformas de música, através do selo Curruíra com distribuição Symphonic Brasil.
Nele, assim como nos outros álbuns, Merín usa o rap como eixo, um ponto de partida para poder misturar elementos e referências de outros estilos, mesclando música erudita com eletrônica, afrobeats e sonoridade experimentais, com a presença de acordeon, metais e cordas entre os instrumentos. As letras são políticas, radicais, esotéricas e buscam no amor as razões e emoções para continuar sonhando arte.
Produzido por Iky Castilho e YAAN, com direção, edição, mixagem e masterização de Iky, o disco conta com arranjos de Gabriel Soledade, regente da ala juvenil da Orquestra Neojiba, que trouxe a dimensão orquestral ao projeto. O álbum traz feats com Thalma de Freitas, Rincon Sapiência, Mikideb, Cele Brandão, Jah Dartanham, David Calmon, Carol Mathias, Max B.O e Duda Diamba.
“Nesse novo trabalho eu trago um jeito de olhar mais sereno das coisas diante de tantas dificuldades sociais, políticas e emocionais que a gente passa e vem passando. É um álbum muito maduro, muito profundo e autobiográfico, lembra muito aqueles álbuns perfis da década de 90. É bem intimista e ao mesmo tempo abrangente por linguagem, texto, cultura e referências pesquisas que eu acredito. É um disco histórico para música baiana”, explica.
Natural de Salvador, João Merín compõe e performa nos encontros entre rap, drum and bass, dub, música eletrônica e grooves afro-baianos. Desde 2018, constrói uma discografia autoral dedicada à identidade, à ancestralidade e à reinvenção constante de si. Vencedor do Prêmio MOVE e finalista dos prêmios Educadora FM e Rap Brasil, já circulou nos palcos do Estúdio Showlivre, da SIM São Paulo e do Festival Internacional Hip-Hop 50.


