Leila Pereira adia participação na CPMI do INSS para a próxima semana

Presidente do Palmeiras e da Crefisa foi convidada a prestar esclarecimentos sobre contratos relacionados ao pagamento de benefícios previdenciários

Por Da Redação
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Leila Pereira adia participação na CPMI do INSS para a próxima semana

Foto: Divulgação/Leila Pereira

A presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras e da Crefisa, Leila Pereira, solicitou o adiamento de sua participação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), prevista para esta segunda-feira (9).

O convite para prestar esclarecimentos havia sido estendido também ao presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, e ao presidente do C6 Bank, Arthur Azevedo.

O pedido de convocação foi apresentado pelo relator da comissão, o deputado Alfredo Gaspar, e reforçado por requerimento do deputado Sidney Leite.

Leila solicitou que o depoimento seja remarcado para a próxima segunda-feira (16). O pedido foi aceito pela comissão. O presidente do colegiado, o senador Carlos Viana, afirmou que o contato foi feito no domingo.

“Nós recebemos ontem um contato da presidente do Palmeiras pedindo adiamento para a próxima segunda por conta da decisão [do campeonato Paulista, realizado na noite de domingo]. Eu concordei”, disse.

O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, também não participará da sessão desta segunda-feira por motivos de saúde e deverá reagendar o depoimento.

No requerimento apresentado à comissão, o relator afirma que a Crefisa passou a ter papel central no tema investigado após se tornar a maior vencedora do pregão que definiu o pagamento de novos benefícios do INSS.

Segundo Alfredo Gaspar, o depoimento busca esclarecer se a direção da instituição tinha conhecimento de reclamações e possíveis irregularidades relatadas por beneficiários, quais medidas foram adotadas, em que prazos e quais mecanismos de controle interno foram acionados.

O requerimento menciona ainda relatos de aposentados e pensionistas sobre situações como pressão para abertura de contas, dificuldades no acesso aos benefícios e contratação de produtos e serviços sem informação adequada. De acordo com o parlamentar, esses casos podem indicar práticas abusivas.

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