Messi já bateu quase todos os recordes, mas a Copa ainda lhe reserva marcas

Maior artilheiro da história dos Mundiais, argentino segue na perseguição a números que pareciam inalcançáveis.

Por Da Redação
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Messi já bateu quase todos os recordes, mas a Copa ainda lhe reserva marcas

Foto: Reprodução / Redes Sociais

A cada Copa do Mundo, Lionel Messi parece disputar uma competição paralela. Depois de se tornar o maior artilheiro da história dos Mundiais na vitória por 2 a 0 sobre a Áustria, o argentino ampliou uma coleção de marcas que já o colocam em um território praticamente inédito no futebol.

Mas nem isso parece encerrar a corrida.

Aos 39 anos, o camisa 10 da Argentina ainda encontra recordes pela frente nesta Copa. O principal deles pertence ao francês Just Fontaine, que marcou 13 gols na edição de 1958, marca que permanece intocada há quase sete décadas.

Messi já balançou as redes cinco vezes em apenas dois jogos do torneio e ainda pode disputar até seis partidas caso a Argentina chegue às fases finais. O número, que parecia inalcançável durante décadas, volta a entrar no radar.

O argentino também igualou outra marca histórica. Com gols nas duas primeiras partidas desta edição, ele chegou a seis jogos consecutivos marcando em Copas do Mundo, sequência iniciada ainda no mata-mata do Mundial de 2022. Apenas Just Fontaine e Jairzinho haviam conseguido o feito.

Existe ainda a possibilidade de alcançar Gabriel Batistuta e Gerd Müller em número de hat-tricks em Mundiais. Messi possui um e precisaria repetir a atuação diante da Argélia para dividir mais esse recorde.

O curioso é que a lista de marcas já conquistadas é extensa. Messi se tornou o maior artilheiro da história das Copas, o jogador com mais partidas, mais minutos em campo, mais participações em gols e mais vitórias no torneio.

Também é o único atleta a marcar em todas as fases de uma Copa do Mundo e o mais velho a anotar um hat-trick na competição.

Aos 39 anos e na sexta participação em Mundiais, Messi já não corre mais contra adversários. Em muitos momentos, a disputa parece ser apenas contra a própria história. E a Copa de 2026 mostra que, mesmo depois de tantos recordes, ainda existem marcas capazes de desafiar o camisa 10 argentino.

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