Monique Medeiros, mãe do menino Henry, se entrega à polícia após ter liberdade revogada
Na sexta-feira (17), o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que a professora voltasse à cadeia

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, que é ré pelo homicídio do filho, ocorrido em 2021, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20), três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que ela voltasse à cadeia, na sexta (17).
No sábado (18), o magistrado ainda rejeitou o recurso apresentado pela defesa da professa, que se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu.
Henry Borel Medeiros morreu na madrugada de 8 de março de 2021 no Rio, em decorrência de hemorragia interna e laceração hepática. Monique e o padrasto da criança, o ex-vereador Dr. Jairinho, alega que ele caiu da cama, mas peritos descartaram essa hipótese. O Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões de Jairinho, e que Monique foi omissa.
Em março, o julgamento de Monique e do ex-marido foi suspenso após a defesa abandonar o Tribunal do Júri. Na ocasião, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique.
A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”.


