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MPF instaura mais de dez procedimentos para acompanhar obras públicas paralisadas em nove cidades do sudoeste baiano

A medida faz parte do Programa Destrava.

Por Da Redação
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MPF instaura mais de dez procedimentos para acompanhar obras públicas paralisadas em nove cidades do sudoeste baiano

Foto: Imagem Ilustrativa. Créditos: Gilberto Júnior/Conder/BA.GOV

Mais de dez procedimentos administrativos foram instaurados pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria da República da Bahia, para acompanhar obras públicas vinculadas a diferentes convênios federais que estão  paralisadas em nove municípios localizados no sudoeste da Bahia.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o objetivo é encontrar soluções consensuais e juridicamente seguras que possibilitem a conclusão das obras, por meio do Programa Destrava, iniciativa federal focado voltada a retomada de obras paradas e que reúne também o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público e o Governo Federal. 

Os município monitorados são: 

  • Aracatu, administrada por Braulina Lima (PV),  onde há obras intervenção na Unidade de Saúde da Família; 
  • Caetanos, sob gestão de José Carlos (PODEMOS), onde há a construção do centro de saúde Municipal; 
  • Caraíbas, administrada por Renatinho (PP), onde está sendo acompanhando a implantação da Unidade Básica de Saúde;
  • Macarani, gerida por Selma Souto (PSD), onde estão sendo acompanhadas a Unidade de Saúde da Família Ermita Pessoa e o PSF Dr. João Bosco Simonassi Damasceno;     
  • Malhada de Pedras, que tem como prefeito Beto Preto Neto (PSD), e está ocorrendo obras de melhorias sanitárias domiciliares voltadas ao saneamento básico; 
  • Poções, que tem como prefeita Irenilda Cunha (PCdoB), e é monitorada, dentre outros empreendimentos, obras na Unidade de Saúde da Família Francisco Viana Paradella, uma UBS e na Unidade de Saúde da Família Epaminondas Arcanjo Nascimento; 
  • Tanhaçu, gerida por Valdemir Gondim (PSD), em que há obras sendo realizadas no posto de saúde localizado em Inchu do Gavião;  
  • Tremedal, gerida por Zé Bahia (AVANTE), em que atenção está voltada para adequação de estradas vicinais; 
  • Vitória da Conquista, sob gestão de Sheila Lemos (União Brasil), em que as obras paralisadas são a implantação de elevatórias e adutora de água bruta, melhorias na Estação de Tratamento de Água (ETA) e construção de uma estação de desidratação. 

Os procedimentos administrativos foram instaurados após um levantamento do TCU apontar que, em 2025, o Brasil registrou 11.469 obras públicas paralisadas. 

Desse total, 926 estão localizadas na Bahia, fazendo com o estado ocupe o segundo lugar no ranking nacional entre os entes com mais obras paradas, atrás apenas do Maranhão, que tem 1,2 mil obras paralisadas. 
 

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