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“Não acho que será necessário” afirma Trump sobre a possibilidade de captura Putin

Presidente dos EUA diz que conflito na Ucrânia pode ser resolvido e não ver necessidade de ação direta contra líder russo

Por Da Redação
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“Não acho que será necessário” afirma Trump sobre a possibilidade de captura Putin

Foto: Alan Santos /PR | Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que não considera necessária a autorização de uma operação para capturar o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A declaração foi feita durante uma reunião com executivos do setor petrolífero, em Washington. Ao ser questionado por um repórter sobre a possibilidade de uma ação desse tipo no contexto da guerra na Ucrânia, Trump respondeu que “não acho que será necessário”.

Trump afirmou que mantém, ao longo dos anos, uma relação de diálogo com o líder russo e demonstrou frustração com a dificuldade de encerrar o conflito. Segundo ele, a guerra parecia, inicialmente, uma das mais simples de solucionar.

Ao comentar o cenário atual, o presidente citou dados sobre perdas humanas e a situação econômica da Rússia para sustentar sua avaliação de que o conflito tende a caminhar para uma resolução. De acordo com Trump, cerca de 31 mil pessoas teriam morrido apenas no último mês, em sua maioria soldados russos.

“A economia russa está em má situação. Acho que vamos acabar resolvendo isso. Gostaria que tivéssemos conseguido mais rápido”, afirmou.

Em outro momento da conversa com jornalistas, Trump declarou que Putin não se sentiria pressionado pela liderança europeia, mas temeria a força política e militar dos Estados Unidos sob seu comando.

“Eu diria que o presidente Putin não tem medo da Europa. Ele tem medo dos Estados Unidos da América, liderados por mim”, declarou.

As declarações ocorrem enquanto representantes dos Estados Unidos e da Ucrânia participam, ao lado de países aliados de Kiev, de negociações em Paris. As conversas buscam avançar em um acordo de paz que o governo americano pretende concluir com a Ucrânia antes de submetê-lo à avaliação da Rússia.

Desde o início do atual mandato de Trump, Washington passou a atuar como mediador do conflito, deixando de desempenhar exclusivamente o papel de aliado militar do governo ucraniano. A estratégia da Casa Branca tem sido articular um entendimento entre Kiev e Moscou e trabalhar para que o Kremlin aceite os termos negociados.

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