Porto Seguro passa a cobrar taxa de veículos visitantes; saiba preços
Medida é fruto de lei sancionada no ano passado

Foto: Prefeitura de Porto Seguro
A partir de 15 de junho, a prefeitura de Porto Seguro irá cobrar uma taxa ambiental de veículos visitantes. Sancionada pela prefeitura em junho do ano passado, a cobrança se aplica a motos e carros particulares, ônibus, micro-ônibus e vans. Os preços variam entre R$ 3 e R$ 90.
Segundo a prefeitura, o objetivo da regulamentação é melhorar a mobilidade urbana, fortalecer os investimentos na cidade e equilibrar os impactos causados pelo grande fluxo de veículos, principalmente, em períodos turísticos.
Ainda de acordo com a gestão municipal, haverá isenção automática para veículos emplacados em Porto Seguro. Moradores com residência fixa e trabalhadores com vínculo empregatício local, por exemplo, poderão pedir isenção. Além disso, será concedido desconto de 50% a veículos de cidades vizinhas.
Saiba os preços cobrados
Moto: R$ 3
Carro: R$ 9,90
Van: R$ 12,90
Micro: R$ 45
Ônibus: R$ 90
Veja quem tem direito a isenção e desconto
Isenção automática:
• Veículos emplacados em Porto Seguro
Também podem solicitar isenção:
• Moradores com residência fixa
• Trabalhadores com vínculo empregatício local
• Pais com filhos matriculados em escolas da cidade
• Prestadores de serviço regularizados
• Funcionários municipais
• Pessoas nascidas em Porto Seguro
Desconto de 50%:
• Veículos da 8ª região: Cabrália, Eunápolis, Belmonte, Itapebi, Itagimirim, Itabela e Guaratinga
Outras regras:
• Permanência de até 6 horas: isento (exceto locadoras)
• Prazo de 2 anos, a partir de julho de 2026, para regularização do emplacamento
• Solicitações serão feitas por aplicativo oficial, que será divulgado em breve
Repercussão negativa
Em uma publicação tira-dúvidas feita pela Prefeitura de Porto Seguro, usuários contestaram a cobrança. "É um escárnio na cara da sociedade!", disse um homem. "Porto Seguro abandonada, com suas ruas esburacadas, mal cuidadas, lameadas, sem dignidade para a população, com uma cobrança indevida da zona azul, onde quem mora aqui não vê resultados efetivos para a melhora da vida das pessoas, e agora mais uma forma de usurpar a população e ganhar vantagem sobre o direito de ir e vir!", continuou o comentário.


