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Rui rebate comentário de Neto responsabilizando Jerônimo sobre alta dos combustíveis: "Falou bobagem"

Ministro da Casa Civil ainda revelou que ex-prefeito apoiou Bolsonaro em venda de refinaria

Por Da Redação
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Rui rebate comentário de Neto responsabilizando Jerônimo sobre alta dos combustíveis: "Falou bobagem"

Foto: Valter Pontes/Secom

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, rebateu o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), por, segundo ele, falar "bobagem" ao culpar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) pelo aumento dos combustíveis no estado. 

Além de criticar o comentário de Neto, Rui lembrou que o adversário político apoiou a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de vender a RLAM (Refinaria Landulpho Alves) a um fundo árabe por um valor considerado abaixo do preço de mercado.

“Por que você acha que o combustível na Bahia está entre os mais caros do Brasil? Por quê? Porque o governo passado, que eu não gosto nem de citar o nome, [vendeu a refinaria], que foi aprovado pelo ex-prefeito de Salvador, e essa semana ele falou bobagem, falando do preço de combustíveis. Ele apoiou e apoia esse bando de louco que governou o nosso país”, afirmou Rui em entrevista à Rádio 93 FM, de Jequié, na manhã desta sexta-feira (20).

O ministro da Casa Civil ainda declarou que ACM Neto integra a chamada "turma" que apoiou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Eles venderam a refinaria da Bahia, privatizaram, e hoje quem é dono daquela refinaria é um fundo árabe que não produz petróleo no Brasil. Ele refina, mas não produz. Então por quê a Bahia está assim? Porque a turma que apoiou Bolsonaro, todos eles, aqui em Jequié, na Bahia, privatizou a refinaria”, afirmou.

Em vídeo publicado nas redes sociais, ACM Neto afirmou que o governo estadual foi "omisso" diante do aumento dos preços nas bombas. A declaração do pré-candidato ao governo da Bahia ocorreu após a Acelen anunciar reajustes nos combustíveis, que chegam a até 20% no caso do diesel.

A Acelen informou que o aumento se deve à instabilidade no mercado internacional de petróleo, em decorrência da guerra no Oriente Médio.

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