Técnico aponta passividade do Vitória no primeiro tempo contra o Avaí

Apesar do empate, Rodrigo Chagas destaca melhora da equipe

[Técnico aponta passividade do Vitória no primeiro tempo contra o Avaí ]

FOTO: Divulgação/EC Vitória

O empate do Vitória contra o Avaí na noite desta quarta-feira (13), que se configurou como a quinta partida consecutiva do time baiano sem triunfo, está fortemente associada a baixa produtividade da equipe no primeiro tempo, quando o rubro-negro sofreu o primeiro gol e praticamente não levou perigo aos catarinenses. Com o ponto somado, o Vitória abriu dois pontos para Paraná e Figueirense, mas a luta contra o rebaixamento ainda é uma realidade. Em entrevista concedida após o jogo, o técnico Rodrigo Chagas reclamou da passividade do Rubro-Negro no primeiro tempo, mas destacou a evolução na etapa final. 

"No primeiro tempo, fomos um time muito passivo, sem alegria, sem disposição. Quando tomamos o gol, nos encolhemos mais ainda. No segundo tempo, fiz a mudança, porque eu precisava de um jogador mais agressivo. Tiramos o Magrão, colocamos o Thiago para dentro, com a entrada do Caíque. E a equipe foi mais agressiva. Subi mais o bloco para a gente ter melhor a nossa compactação lá na frente, para não deixar o adversário sair, não deixar o adversário jogar. Encaixamos a nossa marcação e fomos um time com mais alma, mais brio. A realidade, chamei muito atenção para isso. Porque tem momentos em que não é só a tática que resolve, mas, sim, a disposição técnica, física, é o não deixar o adversário jogar. Então a cobrança foi muito grande em relação a isso. Além da mudança que fizemos, da troca do Magrão pelo Caíque", disse. Neste domingo (17), o Vitória enfrenta a Chapecoense, às 16h (horário de Brasília), no Barradão. 


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