• Home/
  • Notícias/
  • Bahia/
  • UFBA lidera ranking nacional de greves em universidades no século; confira

UFBA lidera ranking nacional de greves em universidades no século; confira

Levantamento considera informações de sindicatos e de veículos de comunicação

Por Da Redação
Às

UFBA lidera ranking nacional de greves em universidades no século; confira

Foto: UFBA

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) lidera quando o assunto é greve no século 21. Ao menos, é o que aponta um levantamento feito pelo biólogo, professor e mentor de estudantes João Lucas Barban, cujo perfil no Instagram reúne 53,5 mil seguidores.

Segundo o ranking de Barban, montado em formato de 'top 5', de 2001 a 2026, a Ufba passou por 700 dias de greve, ou seja, quase dois anos — o que não corresponde necessariamente a dias sem aula.

Na sequência, vêm a Universidade de São Paulo (USP), com 680 dias; a Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), com 660; a Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 620; e a Federal de Goiás (UFG), com 600.

Sem citar números, o professor, que é formado pela USP, diz que instituições como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparecem no 'top 10' do quesito.

Ainda de acordo com Barban, o levantamento é estimado e foi feito com base em informações divulgadas por sindicatos e veículos de comunicação. Além disso, leva em consideração greves de professores, servidores técnico-administrativos e alunos.

Número de dias sem aula é 56% menor

Apesar dos 700 dias de greve constatados por João Lucas Barban, o Farol da Bahia identificou que os dias sem aula na Ufba representam um número 56,5% menor. A partir de notícias publicadas pela imprensa, o número de dias sem aula neste século foi cerca de 305 — devido a greves realizadas em 2012, 2015 e 2024 —, já que apenas a greve docente implica inevitavelmente a paralisação das aulas.

Atualmente, inclusive, os servidores da Federal da Bahia estão em greve, iniciada em 5 de março deste ano. A medida, porém, não alterou o calendário acadêmico.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:[email protected]
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário