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Vídeo: ACM Neto diz que sofreu preconceito por ser visto como elite: "não conseguia entrar no Subúrbio"

Em entrevista a Mário Kertész, ex-prefeito afirmou que enfrentava desconfiança de moradores em 2012 e destacou presença na região durante os oito anos de gestão.

Por Da Redação
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Atualizado
Vídeo: ACM Neto diz que sofreu preconceito por ser visto como elite: "não conseguia entrar no Subúrbio"

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, afirmou que sofreu preconceito de moradores do Subúrbio Ferroviário durante a campanha eleitoral de 2012 por ser visto como integrante da elite. A declaração foi dada em entrevista a Mário Kertész, nesta quarta-feira (9). Segundo Neto, a relação com moradores da região mudou ao longo dos anos. Segundo o candidato, atualmente, é recebido com "um carinho absurdo" no Subúrbio, mas que, durante a campanha de 2012, enfrentava resistência para entrar em algumas áreas.

"Eu lembro que em 2012 eu não conseguia entrar no Subúrbio na campanha, porque as pessoas olhavam para mim com desconfiança, naturalmente com preconceito", disse.

Neto disse que decidiu iniciar a gestão da prefeitura de Salvador em Nova Constituinte, no Subúrbio, e que manteve uma rotina de visitas frequentes à região durante os dois mandatos.

"Se eu pego um gráfico das minhas visitas no Subúrbio ao longo de todo o período de mandato, dá uma média de uma visita por semana durante oito anos", declarou.

Na entrevista, Neto rebateu críticas de adversários que, segundo ele, tentam apresentá-lo como alguém que defende apenas os mais ricos e não conhece a realidade da população de baixa renda.

"A propaganda dos meus adversários é muito preconceituosa. Eles tentam colocar a gente como defensor dos ricos e que não trabalha para os pobres, como elite e que não conhece a pobreza. Eu não precisei nascer em uma encosta para entender a dor de quem vive ali e para trabalhar por aquela pessoa”, declarou.

Para o candidato, que tentar comandar o Palácio de Ondina pela segunda vez não é necessário ter nascido em determinada cidade para conhecer seus problemas e trabalhar por sua população.

“Da mesma forma, eu não preciso ter nascido em Aiquara para trabalhar por Aiquara, para trabalhar pelo interior, para olhar a dificuldade do homem do campo”, finalizou.

Confira o vídeo abaixo

 

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