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Vídeo: "Às vezes conseguimos, outras vezes não", afirma presidente da FIFA sobre restrições americanas contra atletas iranianos e árbitro

Presidente foi questionado durante coletiva de imprensa sobre polêmicas envolvendo os EUA e Irã

Por Da Redação
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Vídeo: "Às vezes conseguimos, outras vezes não", afirma presidente da FIFA sobre restrições americanas contra atletas iranianos e árbitro

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, comentou em coletiva de imprensa sobre as restrições do governo americano contra atletas do Irã, em meio a guerra entre os países.

A gestão de Donald Trump estabeleceu restrições para que atletas iranianos acessem o território americano. Os jogadores poderão permanecer nos Estados Unidos somente durante os jogos, e devem deixar o país logo depois. 

Além disso, existiram outros episódios como a revista de atletas do Senegal ainda na pista de pouso de um aeroporto e o veto a um árbitro da Somália que atuaria no mundial.

Ao ser questionado se perdeu o controle do torneio, Infantino afirmou que busca respeitar regras impostas pelos países.

O mandatário utilizou como exemplo a Copa do Mundo Feminina de 2035, que deve acontecer no Reino Unido.

"Você acharia normal que a FIFA ditasse ao governo britânico quem deixar entrar no país e quem não deixar? Talvez você ache isso normal. A realidade é que em todos os países existem governos", disse.

"Tente entrar no Reino Unido, Alemanha, Suíça, tente obter um visto. Não é fácil quando você tem trezentas mil pessoas credenciadas, a maioria de fora dos EUA, para processá-los, investigá-los. Infelizmente o nosso mundo é agressivo, segurança vai acima de tudo", afirmou.

"Estamos trabalhando nos bastidores, estamos tentando entender. Há coisas que podemos saber, e coisas que não podemos saber. Coisas que nos dizem e coisas que não nos dizem, e nós sempre tentamos tornar a situação o mais positiva possível e encontrar soluções", diz.

Ele afirma que acredita que já é um sucesso conseguir levar o Irã para jogar na América.

"Às vezes conseguimos, outras vezes não. Eu acho que já foi um sucesso para trazer o Irã para jogar na América", conclui.

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