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Vídeo: Bruno Reis chama de 'armação do PT' delação de Vorcaro que cita propina a ACM Neto

Acusação consta da terceira proposta de colaboração apresentada pelo banqueiro

Por Da Redação
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Atualizado
Vídeo: Bruno Reis chama de 'armação do PT' delação de Vorcaro que cita propina a ACM Neto

Foto: Reprodução/Instagram | Divulgação/Ascom ACM Neto

O prefeito Bruno Reis (União) chamou de "armação do PT" a proposta de deleção premiada de Daniel Vorcaro que cita suposta propina paga a ACM Neto no caso Master. "[Esse] É o modus operandi do nosso adversário: a 20 dias das eleições, está plantando matérias com base em suposições que nem sequer sabe que existe", disse o prefeito.

A declaração foi feita durante uma agenda institucional nesta quinta-feira (10). Segundo Bruno, ao site BNews, o ex-prefeito de Salvador e candidato a governador tem "clareza e certeza" de que não há envolvimento para ampliar a presença do Banco Master em institutos de previdência estaduais e em outros negócios.

"Por que o Banco Master não está na previdência em Salvador? Se fosse algum lugar para o Neto, de alguma forma, poder intervir, seria aqui. [...] Temos hoje nas contas da previdência um bilhão de reais", argumentou Bruno Reis.

Ainda de acordo com o prefeito, a suposta armação de que ele acusa o Partido dos Trabalhadores seria porque os aliados do principal adversário de ACM Neto nas eleições, o governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues, estão "desesperados" e "sabem que vão perder a eleição".

O que diz a proposta de delação

O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em uma proposta de delação premiada, que o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, teriam atuado para ampliar a presença do Banco Master em institutos de previdência estaduais e em outros negócios. Segundo o relato, os dois receberiam 10% dos valores investidos na instituição como vantagem indevida.

As acusações constam da terceira proposta de colaboração apresentada por Vorcaro e divulgada pelo Uol. As propostas anteriores e a mais recente foram rejeitadas pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo a reportagem, por falta de informações consideradas inéditas e pela ausência de garantias para a devolução de recursos relacionados às fraudes investigadas.

Confira o vídeo abaixo:
 

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