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Vídeo: “Enquanto Lula veio à Casa Branca fazer lobby para traficante, eu vim fazer exatamente o contrário”, diz Flávio Bolsonaro em encontro com Donald Trump

O pré-candidato à presidência pediu também que os EUA classifiquem o PCC como organização terrorista

Por Da Redação
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Vídeo: “Enquanto Lula veio à Casa Branca fazer lobby para traficante, eu vim fazer exatamente o contrário”, diz Flávio Bolsonaro em encontro com Donald Trump

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Em encontro com o presidente Donald Trump na Casa Branca, o senador Flávio Bolsonaro solicitou que os Estados Unidos classifiquem o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. O senador se reuniu com o presidente norte-americano ao lado do irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, em um encontro que não constou na agenda oficial do governo dos EUA.

O parlamentar justificou o pedido afirmando que essas facções “deixaram de ser apenas gangues para se tornarem estruturas que controlam territórios inteiros” pela força, submetendo populações a leis e códigos de conduta próprios em uma “justiça paralela”.

Segundo o senador, as atividades dessas organizações incluem a execução de quem resiste, a corrupção de agentes públicos, a infiltração em instituições e atentados ordenados de dentro dos presídios.

Flávio Bolsonaro também apresentou a Trump a proposta de criação do “Escudo das Américas”, uma aliança entre Brasil e Estados Unidos. De acordo com o parlamentar, o projeto busca formar uma coalizão hemisférica contra o crime organizado transnacional e o terrorismo, reunindo países liderados por nomes como Javier Milei, Nayib Bukele e Daniel Noboa.

O encontro ocorre em meio à repercussão provocada pela divulgação de que o pré-candidato à Presidência negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, um financiamento de 24 milhões de dólares — cerca de R$ 134 milhões na cotação da época — para a produção de Dark Horse, filme biográfico sobre Jair Bolsonaro. As informações foram divulgadas pelo The Intercept Brasil, que afirma ter obtido mensagens, áudios, documentos e comprovantes bancários relacionados às negociações.

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