Vídeo: Padrasto confessa ter enterrado Pétala viva para "dar susto" na mãe da criança
Crime foi registrado na última segunda-feira (20) e tinha sinais de abuso sexual antes de morrer

Foto: Reproduções/Redes Sociais
O ex-padrasto de Pétala Yonah, de 7 anos, José Alves, assumiu em depoimento à Polícia, que enterrou a menina viva, para segundo ele "despistar quem passava"
"Não, eu não enterrei ela, eu apenas cavei e coloquei um pouco de terra em cima dela para despistar quem passava", afirmou o criminoso.
Questionado sobre como foi planejado o ato, o padrasto deu alguns detalhes do crime
"Eu amarro ela aqui, deixo ela presa. Aparece o ato de desaparecida, só para fingir e causar a mãe uma tristeza, depois eu pego um Uber e boto ela em um lugar desconhecido, onde ela não conhece, para depois ser achada com vida", disse.
O criminoso ainda disse ter amarrado a criança com uma corda, com ela consciente. Na sequência colocou uma sacola para fechar a boca de Pétala, deitou ela na cova e cobriu com uma tábua. Segundo ele, a menina ainda estava viva quando supostamente a escondeu.
A situação teria sido motivada por um ciúme da relação entre a mãe e o pai da criança. O suspeito ainda confessou que tinha muitas brigas com agressões físicas com a mãe de Pétala e que a intenção era de provocar um susto e não a morte da jovem.
O crime
O crime foi revelado na última segunda-feira (20). Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos, foi encontrada enterrada no quintal da casa do ex-padrasto, no conjunto Leningrado, localizado no bairro Guarapes, na zona oeste de Natal.
A criança estava desaparecida desde domingo (19), quando saiu de casa e depois não voltou.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) conseguiu localizar o criminoso no local de trabalho. Em depoimento, ele confessou ter abusado sexualmente da menina e em seguida o matou.
Os agentes identificaram que a vítima morou com a mãe e o irmão na casa do acusado até janeiro.
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