Vídeo: Sindicato mostra preocupação com ocupação de linhas da CSN e demissões que podem acontecer

O Farol da Bahia já havia antecipado a ocupação das linhas da CSN

[Vídeo: Sindicato mostra preocupação com ocupação de linhas da CSN e demissões que podem acontecer]

FOTO: Divulgação

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Hélio Ferreira, afirmou nesta sexta-feira (11) que ficou surpreso com a redistribuição de sete linhas que estavam sendo operadas pela Prefeitura de Salvador, entre outras empresas de ônibus da capital. Os 61 veículos foram apreendidos depois de uma determinação judicial, na noite de segunda-feira (31). 

Na quarta-feira (11), no entanto, uma decisão da Justiça baiana devolveu 24 dos 61 ônibus. A decisão atendeu um pedido da Procuradoria do Município que alegou que os 61 coletivos aprendidos eram usados para o transporte público.  Apesar disso, outros quatro ônibus continuam sob tutela da Justiça, porque estão sem condições de rodar.

“Conversei com o prefeito, essas linhas são provisórias devido a situação da CSN não poder operar, pela apreensão dos 61 ônibus e dos carros que estão em manutenção. Para a cidade não ficar no prejuízo, repassou para outras empresas. Nós temos um acordo com o prefeito, que quem assumir a empresa assume os funcionários. Como é provisório, não teremos prejuízo nos salários", disse o presidente do Sindicato, em vídeo divulgado nas redes sociais.

Fontes do Farol da Bahia garantem que a preocupação do Sindicato, é pelo fato da prefeitura estar passando os ônibus para outras empresas, conforme adiantou a coluna Notinhas do Carvalho, além de não ter feito a manutenção necessária e com isso, emprega agora muito possivelmente os funcionários da CSN vão acabar sendo demitidos, inclusive, a aqueles que foram contratados via REDA cujo o contrato só tem validade por seis meses.

Ainda de acordo com informações exclusivas do Farol da Bahia, a Prefeitura está tendo dificuldades burocráticas para manter a operação regular e os empresários das empresas Otima e Plataforma reclamam do não pagamento diante do desequilíbrio causado pela pandemia, seguem muito preocupados com o aumento dos custos da operação e com as dificuldades financeiras já instaladas. Apesar disto, o serviço continua sendo prestado.
 

 


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