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"Vou fazer uma lista das pessoas que acreditaram no ex-prefeito e levaram 'fumo' na carreira política", rebate Wagner sobre declaração de ACM Neto

Em entrevista a um programa de rádio, o petista negou que esteja isolando o senador Ângelo Coronel e afirmou que o parlamentar pode ser seu suplente nas eleições de outubro.

Por Da Redação
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"Vou fazer uma lista das pessoas que acreditaram no ex-prefeito e levaram 'fumo' na carreira política", rebate Wagner sobre declaração de ACM Neto

Foto: Alessandro Dantas / PT no Senado

O senador Jaques Wagner (PT) rebateu a acusação feita pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), de que o PT estaria isolando o senador Ângelo Coronel (PSD). Ao afirmar que não há isolamento no grupo político, o petista atribuiu a acusação ao grupo político adversário. As declarações foram dadas nesta terça-feira (27), ao programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM (89,3) também publicado no canal do YouTube BNewsTV.

Na entrevista, Wagner citou os políticos que, segundo ele, não prosperaram ao anunciaram apoio a Neto. Entre eles o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, o vereador Alexandre Aleluia, o ex-deputado Marcelo Nilo e Jutahy Magalhães. 

"Eu tenho que rir. Eu vou fazer uma lista das pessoas que acreditaram no ex-prefeito e levaram fumo na sua carreira política. Eu não sou de aniquilar ninguém, ao contrário, todo mundo que está aqui cresce. Não estamos isolando o coronel, estamos com um problema e ele faz parte do problema, como eu faço e Rui [Costa] também. Sabe me dizer qual foi a prosperidade de Zé Ronaldo, que aceitou ser bucha de canhão em 2018? Não foi para lugar nenhum. Aí acabou com Aleluia, com Jutahy, Marcelo Nilo, que não sei para onde é que vai. Fora da chapa já. Então, eu não consigo ver ninguém prosperando do lado de lá. Eu não monto o time do lado de lá. Eu estou trabalhando para a gente não ter nenhum racha do lado de cá", afirmou o petista.  

Jaques Wagner também comentou que Ângelo Coronel faz parte do grupo do PT, participa das discussões internas, além de ser amigo pessoal dele. O petista afirmou que nas eleições de 2018, fez mais campanha para Coronel do que para ele próprio na disputa pelo Senado. 

"Fiz a campanha mais pra ele do que pra mim na de 2018. Ele reconhece, Diego [Coronel] reconhece e não fiz favor nenhum não. Eu sou de time, tá comigo ninguém larga jogador machucado no meio de campo, a gente vai lá pega e vai caminhando junto", disse. 

O líder do governo no Senado também sugeriu que Ângelo Coronel aceitasse ser suplente dele nas eleições deste ano. Assim, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencesse, Wagner assumiria um ministério e Coronel ocuparia a cadeira dele no Senado. 

"Agora, nós temos três pleiteantes pra duas vagas, mas eu já disse ao Coronel que a gente pode ir junto e ele pode ser, por exemplo, meu suplente. Eu vou para ministro e ele senta lá ,vai brigar só pelo orgulho de ser candidato? Não acredito", pontuou o político. 

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