Quando, em momentos de puro devaneio, me deparo aqui na internet com alguma declaração de Lula da Silva, sempre encarnado em algum demônio vociferante, fico convencido que o tempo não existe, é apenas uma convenção. Para ele, o que disse ontem, já e diferente do que disse hoje ou dirá amanhã. A verdade é cambiante, muda conforme lhe parece mais útil a seus interesses do momento e o juízo que as pessoas farão de seus novos conceitos proferidos. Sempre com um ar professoral, com um fingimento convincente. Paradas estratégicas, pausas calculadas, repetições repetidas dão um ar de verdade absoluta à mais rematada mentira.
A indignação revelada pelos seus gestos enfurecidos transforma-o em ator de teatro, que ora transparece representar uma tragédia, logo depois uma comédia de circo mambembe, deslocando-se pelo picadeiro em passos largos e volteados, à espera dos risos e gritos de uma plateia escolhida a dedo.
No primeiro turno quase esgotou sua caixinha de polichinelo. Agora abriu as mentiras tão absurdas, tão absurdas que são capazes de destravar nos seus ouvintes o espanto e considerar o seu adversário tão cretino quanto ele.
Nesta primeira semana da campanha do segundo turno o objeto de suas invenções são as nossas mulheres, expostas a todas vergonhas a que ele mesmo as submeteu ao longo de sua vida. Já perdi a conta de quantas mulheres ele casou, as que elegeu como amantes, as que efetivamente amou e as que apenas usou. O que sei é que seus filhos não deram para coisa boa e chegaram até a acoimar sua última mulher com palavras impublicáveis. Cruz credo!
Jacta o atual Presidente da República de que seu Governo protegeu as brasileiras e que o futuro presidente, Flávio Bolsonaro, vai eliminar os direitos femininos universalmente consagrados. São direitos constitucionais e inteiramente internalizados na consciência nacional, que faz da nossa História respeitada pelos coevos do mundo inteiro. Uma divulgação caluniosa como esta, espalhada com milhares de notícias nas redes sociais, pode não alcançar, como não alcançara a consciência civilizada do povo brasileiro, mas empurrará o debate público para os desvãos da ignorância e da estupidez.
Todas as leis votadas no Congresso Nacional, destinadas a proteger direitos e conferir mais segurança às mulheres brasileiras, não lograram obter os votos dos partidos governistas, num atestado inequívoco do descompromisso dos mesmos com as causas dos direitos humanos.
O Governo de Lula da Silva mostra-se alinhado às tendências globalistas existentes na esfera mundial, cujo objetivo é eliminar o Estado Nacional e a Democracia por um Governo mundial, cujo objetivo é diminuição da população planetária e das liberdades democráticas, incorporando nesse desiderato uma campanha poderosa em favor do aborto, entre outras políticas malthusianas em vigor.
Tal visão de mundo confronta com valores ocidentais plenamente aceitos, não só em razão de nossa fé cristã, mas também pelos avanços tecnológicos que asseguram uma saudável política de planejamento populacional condizente com a vontade de homens e mulheres numa sociedade livre. Desse modo, a adotar a regra abortista, o Governo brasileiro agride convicções amplamente presentes na sociedade nacional.
Os direitos das mulheres no Brasil obedecem a uma dinâmica conducente à uma valorização consciente do papel feminino na sociedade, consiste na absoluta igualdade entre os sexos, sem a confrontação com o sexo masculino e destituído de preconceitos há muito tempo superados.
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