50 universidades federais, USP e Uerj entram em greve

Diversos serviços foram interrompidos

Por Da Redação
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50 universidades federais, USP e Uerj entram em greve

Foto: Divulgação

Cerca de 50 universidades federais e duas das principais universidades estaduais do país estão vivendo paralisações de diferentes categorias, com aulas e serviços essenciais sendo afetados. Juntas essas instituições reúnem mais de 915 mil universitários. 

A greve mais recente foi declarada na última terça-feira (14), pelos técnicos da Universidade de São Paulo (USP). A categoria decidiu pela paralisação após o Conselho Universitário criar um bônus de R$ 4,5 mil para professores que assumissem projetos estratégicos, como oferta de disciplinas em inglês e ações de extensão. 

Segunda os técnicos a decisão teria sido a  “a gota d’água que fez transbordar o balde de indignações pela desvalorização”. Dentre as reivindicações estão a incorporação de R$1,6 mil aos salários como compensação de horas referentes às pontes de feriados e ao recesso de fim de ano. O movimento é apoiado pelos estudantes que também pedem aumento do valor das bolsas, de R$ 885 e R$ 335 para R$ 1 mil e R$ 500, e melhorias nos restaurantes universitários. 

No dia da aprovação do bônus, o reitor da USP, Aluisio Segurado, afirmou que a medida valoriza a carreira docente e ajuda a reter talentos. A reitoria não se manifestou sobre a greve dos técnicos. 

Já na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), os professores e técnicos também paralisaram as atividades. As pautas exigidas incluem a recomposição salarial, o retorno dos triênios e questões orçamentárias da instituição. 

Na rede federal, 51 instituições estão com a categoria dos técnicos em greve. De acordo com a Federação de Sindicatos de trabalhadores técnicos administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Entre elas, estão as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Minas Gerais (UFMG), do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Bahia (UFBA).

Segundo a categoria, acordos firmados com o governo após a greve de 2024 não foram cumpridos.  

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