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Alerta em Busca Vida: descuido e curiosidade durante desova das tartarugas podem custar milhares de vidas!

Atitudes descuidadas podem impactar a vida das tratarugas marinhas

Por Michel Telles
Às

Alerta em Busca Vida: descuido e curiosidade durante desova das tartarugas podem custar milhares de vidas!

Foto: Divulgação

O início da temporada de desova das tartarugas marinhas na praia de Busca Vida, em Camaçari, acende um alerta importante para moradores e visitantes. Apesar da beleza do momento (a fêmea depositando os ovos e o nascimento dos filhotes), qualquer descuido pode colocar a sobrevivência da espécie em risco. “O que vemos muitas vezes é o bem-intencionado visitante querendo registrar fotos ou iluminar o caminho com lanternas e celulares. Mas essa atitude, por menor que pareça, desorienta completamente os filhotes, que se guiam pela claridade natural do horizonte para chegar ao mar. Luz artificial significa, na prática, que muitos não chegam vivos à água”, explica Marcelo Dourado, síndico administrador do Condomínio Busca Vida (CBV), uma Área de Proteção Ambiental (APA).

A orientação é clara e deve ser seguida à risca: não usar lanternas, celulares ou qualquer fonte de luz, não se aproximar dos animais, e não tentar registrar imagens ou vídeos. Mesmo atitudes bem-intencionadas podem comprometer o futuro da espécie. O Projeto Tamar reforça que o cuidado mais eficaz é manter distância, observar silenciosamente e orientar outras pessoas com paciência e respeito.

Além do risco de desorientação, movimentar-se sobre a areia com objetos, cadeiras ou veículos pode destruir ninhos e rastros que são fundamentais para a pesquisa e monitoramento da desova. “A preservação não acontece por confrontos, mas pelo senso de responsabilidade de cada pessoa que pisa na praia. Cuidar das tartarugas é um compromisso com a vida e com o futuro do nosso litoral”, alerta Marcelo Dourado. De acordo com ele, o espetáculo da desova deve ser admirado de longe: "A preservação depende de consciência coletiva. Cada atitude individual conta, e cada descuido pode ser fatal para os filhotes que apenas começaram a jornada até o mar.".

Proteção às tartarugas marinhas:
Por ser considerada um berçário natural, a praia de Busca Vida é um dos principais pontos de desova das tartarugas marinhas no Litoral Norte, o que demanda cuidados redobrados. Para os ambientalistas do CBV, essas ações se tornam ainda mais relevantes durante a alta estação, quando o fluxo de pessoas aumenta e a vulnerabilidade dos animais também cresce. A Comissão Ambiental do CBV orienta moradores e frequentadores a adotar medidas simples, mas essenciais, como:

• Manter a praia escura à noite, evitando fogueiras, refletores e eventos com iluminação forte, que podem desorientar as fêmeas e os filhotes;
• Não deixar objetos na areia, como cadeiras, sombreiros e estruturas fixas que impeçam a passagem dos animais e atrapalham o deslocamento dos filhotes até o mar;
• Passear com pets na coleira e impedir que se aproximem dos ninhos;
• Evitar o uso de veículos na areia, que é proibido e coloca em risco pessoas e a espécie;
• Não usar rastelo na limpeza da praia, pois o equipamento apaga rastros utilizados pelos pesquisadores para monitorar ninhos e desovas;
• Não remover estacas do Projeto Tamar, parceiro do CBV, que marcam pontos de acompanhamento científico e sãoO início da temporada de desova das tartarugas marinhas na praia de Busca Vida, em Camaçari, acende um alerta importante para moradores e visitantes. Apesar da beleza do momento (a fêmea depositando os ovos e o nascimento dos filhotes), qualquer descuido pode colocar a sobrevivência da espécie em risco. “O que vemos muitas vezes é o bem-intencionado visitante querendo registrar fotos ou iluminar o caminho com lanternas e celulares. Mas essa atitude, por menor que pareça, desorienta completamente os filhotes, que se guiam pela claridade natural do horizonte para chegar ao mar. Luz artificial significa, na prática, que muitos não chegam vivos à água”, explica Marcelo Dourado, síndico administrador do Condomínio Busca Vida (CBV), uma Área de Proteção Ambiental (APA).

A orientação é clara e deve ser seguida à risca: não usar lanternas, celulares ou qualquer fonte de luz, não se aproximar dos animais, e não tentar registrar imagens ou vídeos. Mesmo atitudes bem-intencionadas podem comprometer o futuro da espécie. O Projeto Tamar reforça que o cuidado mais eficaz é manter distância, observar silenciosamente e orientar outras pessoas com paciência e respeito.

Além do risco de desorientação, movimentar-se sobre a areia com objetos, cadeiras ou veículos pode destruir ninhos e rastros que são fundamentais para a pesquisa e monitoramento da desova. “A preservação não acontece por confrontos, mas pelo senso de responsabilidade de cada pessoa que pisa na praia. Cuidar das tartarugas é um compromisso com a vida e com o futuro do nosso litoral”, alerta Marcelo Dourado. De acordo com ele, o espetáculo da desova deve ser admirado de longe: "A preservação depende de consciência coletiva. Cada atitude individual conta, e cada descuido pode ser fatal para os filhotes que apenas começaram a jornada até o mar.".

Proteção às tartarugas marinhas

Por ser considerada um berçário natural, a praia de Busca Vida é um dos principais pontos de desova das tartarugas marinhas no Litoral Norte, o que demanda cuidados redobrados. Para os ambientalistas do CBV, essas ações se tornam ainda mais relevantes durante a alta estação, quando o fluxo de pessoas aumenta e a vulnerabilidade dos animais também cresce. A Comissão Ambiental do CBV orienta moradores e frequentadores a adotar medidas simples, mas essenciais, como:

• Manter a praia escura à noite, evitando fogueiras, refletores e eventos com iluminação forte, que podem desorientar as fêmeas e os filhotes;
• Não deixar objetos na areia, como cadeiras, sombreiros e estruturas fixas que impeçam a passagem dos animais e atrapalham o deslocamento dos filhotes até o mar;
• Passear com pets na coleira e impedir que se aproximem dos ninhos;
• Evitar o uso de veículos na areia, que é proibido e coloca em risco pessoas e a espécie;
• Não usar rastelo na limpeza da praia, pois o equipamento apaga rastros utilizados pelos pesquisadores para monitorar ninhos e desovas;
• Não remover estacas do Projeto Tamar, parceiro do CBV, que marcam pontos de acompanhamento científico e são fundamentais para o controle das espécies. fundamentais para o controle das espécies.

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