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Alexandre de Moraes bloqueia ilha ligada a Willer Tomaz e reivindicada por Richarlison

Willer Tomaz, advogado do Rio de Janeiro, é investigado junto com Flávio Bolsonaro em inquérito de lavagem de dinheiro

Por Da Redação
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Atualizado
Alexandre de Moraes bloqueia ilha ligada a Willer Tomaz e reivindicada por Richarlison

Foto: Reprodução/ redes sociais

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, mandou bloquear a ilha que Richarlison alega ter sido roubada. A razão do bloqueio é a propriedade ter sido supostamente tomada pelo advogado Willer Tomaz, amigo e sócio do ex-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).

A decisão de Moraes aconteceu no âmbito de um inquérito contra Willer, por suposto crime de lavagem de dinheiro a partir de apostas online. Segundo as investigações, só no ano passado ele apostou R$ 5 bilhões em uma única bet.

De acordo com o Metrópoles, Willer também era dono da intermediária de pagamentos que tem o monopólio no Rio de Janeiro e lançou três casas de apostas.

Ainda segundo o Metrópoles, na matrícula da casa, que fica localizada em Angra dos Reis, consta a WT Administração de Imóveis e Bens como dona da mansão, que, por conta do bloqueio, não poderá ser vendida, doada ou negociada.

WT Administração de Imóveis e Bens é uma sociedade anônima que compõe boa parte do patrimônio de Wiler. Anteriormente, a casa pertencia à cantora Clara Nunes.

De acordo com o documento, a indisponibilidade da mansão foi concluída no dia 26 de outubro, na Central de Indisponibilidade de Bens (CNIB) e averbada pelo cartório de registros de Angra.

A relação de Flávio Bolsonaro é apontada como usuário master da conta bancária de uma das empresas de Willer, e ele tinha despesas pagas pelo advogado; além disso, Flávio também é investigado no mesmo inquérito.

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