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Antigo prédio da Embasa, que recebeu Ocupação Carlos Marighella, será leiloado por lance mínimo de quase R$ 7 mi

Edifício tem oito andares e 1.960 quadrados de áreas construída, e já abrigou cerca de 290 famílias

Por Da Redação
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Antigo prédio da Embasa, que recebeu Ocupação Carlos Marighella, será leiloado por lance mínimo de quase R$ 7 mi

Foto: Reprodução/GoogleMaps

O antigo prédio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), localizado na Avenida Sete de Setembro, no Centro de Salvador, será leiloado pelo Governo da Bahia com lance mínimo de R$6,7 milhões. O imóvel abrigou cerca de 290 famílias da Ocupação Carlos Marighella, em 2021. O edital foi lançado na terça-feira (28), na sede da Associação Comercial da Bahia (ACB), e prevê que o prédio seja destinado a atividades turísticas. 

O edifício tem oito andares e 1.960 quadrados de áreas construídas. Ele fica na interseção da Ladeira de São Bento com a Praça Castro Alves, em uma das áreas mais movimentadas do Centro Antigo da capital baiana. Segundo a Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA), o certame está disponível no site leiloeira responsável e os lances já podem ser registrados. 

O vencedor será conhecido no dia 28 de maio, às 11h, em modalidade online, com transmissão pelo YouTube. A proposta é que o imóvel seja adaptado para uso turístico, em uma parceria entre a Setur-BA e a Embasa. O secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, afirmou ao g1 que isso vai aumentar o fluxo de visitantes, com a geração de emprego e renda para os baianos. 

Gideone Almeida, o presidente da Embasa, destacou ao g1 que o comprador precisará adequar o prédio às normas urbanísticas. 

“O interessado que der o maior lance levará um grande equipamento, que precisará passar por uma adaptação, mas respeitando as normas do Plano Diretor Urbano e os aspectos de infraestrutura do prédio”, disse.

Já a presidente da Associação Comercial da Bahia, Isabela Suarez, a revitalização do imóvel deve impactar diretamente o comércio da região. 

“A revitalização de um prédio público no Centro Histórico impacta diretamente na vida do comércio, uma pauta de interesse do setor turístico, que é a vocação natural do nosso estado”, declarou 

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