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Anvisa determina recolhimento e suspensão no comércio de lote de água mineral Crystal após identificação de bactéria

Medida atinge lote comercializado para Distrito Federal, Tocantins, Goiás e São Paulo

Por Da Redação
Às

Anvisa determina recolhimento e suspensão no comércio de lote de água mineral Crystal após identificação de bactéria

Foto: Divulgação/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma determinação, nesta quarta-feira (3), na qual obriga o recolhimento, e suspende a comercialização, distribuição e do uso de um lote da água mineral natural sem gás da marca Crystal após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto.

A determinação envolve o lote P 200126, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda., em Luziânia, em Goiás. O lote citado carrega a credencial: LZI  VAL 200127 3 P 200126 que pode ser verificada na embalagem. A validade do lote alvo da medida é 20/01/2027.

A principal recomendação é de que caso o identifique que a garrafa pertence ao lote, interrompa o consumo e acione o atendimento ao cliente, através do telefone 0800 061 5000 ou pelo e-mail contato@brasal.com.br, para solicitação de substituição ou reembolso.


Investigação

A investigação iniciou após uma coleta de rotina realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF).

O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conduziu a análise laboratorial que detectou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto. O resultado foi confirmado através da contraprova prevista nos procedimentos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), dando origem ao Laudo de Análise Fiscal Definitivo nº 76.CP.0/2026.

Diante da confirmação, a vigilância sanitária local determinou a interdição do lote e comunicou a ocorrência à Anvisa. A agência notificou que o produto está em desacordo com a legislação sanitária vigente, incluindo normas que estabelecem os padrões microbiológicos para alimentos e águas envasadas.

Ao todo, o lote alvo da determinação conta com 374,4 mil garrafas de 500 ml, que foram enviadas para o Distrito Federal, Tocantins, Goiás e São Paulo.

Em nota divulgada pela Anvisa, a Mineração Bom Jesus, responsável pela fabricação do lote, informou que realizou uma investigação interna para apurar as possíveis causas da ocorrência e apresentou documentação à agência reguladora. Além disso, a empresa também participou de reuniões com representantes da Anvisa e tem colaborado com a apuração do caso.
 

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