• Home/
  • Notícias/
  • Michel Telles/
  • Apresentadora que enfrentou 16 sessões de quimioterapia e outras 33 de radioterapia desabafa: “Depois do câncer, escolhi a leveza”!

Apresentadora que enfrentou 16 sessões de quimioterapia e outras 33 de radioterapia desabafa: “Depois do câncer, escolhi a leveza”!

Aos detalhes...

Por Michel Telles
Às

Atualizado
Apresentadora que enfrentou 16 sessões de quimioterapia e outras 33 de radioterapia desabafa: “Depois do câncer, escolhi a leveza”!

Foto: Redes Sociais

A apresentadora Sabrina Parlatore,  que teve câncer dr mama, enfrentou 16 sessões de quimioterapia e outras 33 de radioterapia. Em entrevista a Veja, ela contou que tudo começou um ano antes do diagnóstico. Em um ultrassom de rotina, apareceu um nódulo. A médica sugeriu biópsia, mas a recomendação foi ignorada por outro profissional. Até que, em 2015, estava um um dia em casa assistindo TV quando passei a mão no colo e senti uma bolinha na parte superior do seio esquerdo. Minha ginecologista pediu os exames e, em menos de uma semana, eu já sabia que era um um câncer. Se eu tivesse feito aquela biópsia lá atrás, provavelmente o tratamento seria mais leve. Mesmo com um diagnóstico favorável, o medo da morte existe. Nada é certo. Ainda mais quando veio a confirmação do tipo de tumor: triplo negativo, considerado mais agressivo. Meu percurso começou pela cirurgia de retirada do tumor, e foi a parte mais tranquila. Não precisei tirar a mama nem colocar prótese. Esteticamente, nada mudou, mas o resto… O tratamento foi pesado. Fiz dezesseis sessões de quimioterapia em seis meses. A cada uma, o corpo fica mais fraco, mais cansado, mais distante de quem você era. O rosto incha, os cílios desaparecem. Meu cabelo não caiu porque usei a touca térmica, mas o impacto foi brutal. No fim, estava exausta física e emocionalmente. Me lembro de um dia, já nas últimas sessões, em que acordei com falta de ar. Parecia que o corpo não reagia mais. Cheguei à clínica para fazer a químio e comecei a chorar. Disse à enfermeira que sentia que ia morrer. Ela me olhou com calma e falou: “Todo mundo diz isso. E ninguém morreu”. Aquilo me acolheu profundamente. Segundo ela, onze anos depois, o que mais lhe mobiliza é levar a informação e a reflexão. O câncer de mama tem cura se descoberto cedo. 

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário

Nome é obrigatório
E-mail é obrigatório
E-mail inválido
Comentário é obrigatório
É necessário confirmar que leu e aceita os nossos Termos de Política e Privacidade para continuar.
Comentário enviado com sucesso!
Erro ao enviar comentário. Tente novamente mais tarde.