Ataque de Israel a petroquímicas no Irã deixa cinco mortos e 170 feridos
O primeiro-ministro israelense afirmou que a ofensiva faz parte do esforço para 'derrotar o regime terrorista em Teerã'

Foto: Maeffjus/ Wikimedia
O governo de Israel afirmou ter atacado nesse sábado (4) instalações petroquímicas no sudoeste do Irã, que confirmou pela mídia estatal ao menos cinco mortes e 170 feridos após a ofensiva.
Ataques foram confirmados por Benjamin Netanyahu. De acordo com a CNN, o primeiro-ministro israelense afirmou que a ofensiva faz parte do esforço para "derrotar o regime terrorista em Teerã". Segundo ele, a produção petroquímica funciona hoje como uma das principais fontes de financiamento do governo iraniano.
Complexo petroquímico atingido fica em Mahshahr. De acordo com o Irã, houve um incêndio no local após o ataque, já controlado. A região fica a 900 km de Teerã e a 100 km do Estreito de Hormuz, que teve o tráfego de navios com cargas essenciais liberado hoje, segundo agência de notícias estatal do Irã.
A área é um dos centros industriais mais importantes do Irã, segundo o The New York Times. É responsável por uma parcela substancial da produção petroquímica do país persa.
Ofensiva resultou em ao menos cinco mortes, diz Teerã. De acordo com a BBC, a informação foi divulgada pela mídia estatal iraniana. Além disso, 170 pessoas ficaram feridas no ataque, que aconteceu no começo deste sábado.
Presidente dos EUA deu 48h para que Irã reabra Estreito de Hormuz. Caso isso não aconteça, Donald Trump afirmou que "todo o inferno" se abaterá sobre o país. A via marítima é essencial para o comércio global de petróleo e está bloqueada desde o começo dos confrontos na região.
Na sexta-feira (3), Irã afirmou ter abatido duas aeronaves americanas. Primeiro, um F-15E Strike Eagle com dois tripulantes foi derrubado. Um dos militares foi resgatado, mas o outro segue desaparecido. Depois, um A-10 Warthog que realizava missão de busca e salvamento após a primeira ocorrência também foi derrubado. O piloto do avião conseguiu ejetar.


