Bahia recebe mais de 205 mil doses da vacina contra a covid-19

Ministério da Saúde distribui nova remessa de 2,2 milhões de doses em todo o Brasil

Por Da Redação
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Bahia recebe mais de 205 mil doses da vacina contra a covid-19

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo

A Bahia recebeu 205.008 doses da vacina contra a covid-19. Ação faz parte de uma ação do governo Federal que enviou mais de 2,2 milhões de doses do imunizante para todos os estados e o Distrito Federal para garantir estoque suficiente para atender às demandas regionais. 

De acordo com o Ministério da Saúde, com essa entrega, o total de doses distribuídas pela passa nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. As vacinas ofertadas são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos mais vulneráveis.

As vacinas são entregues ao governo estadual que deve, junto aos municípios, gerenciar os estoques e a logística das campanhas. 

“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

Quem pode se vacinar?

O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas com foco na proteção de grupos mais vulneráveis. 

– Idosos (a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;

– Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;

– Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;

– Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);

– População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.

A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.
 


 

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