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BC recebe pedido de suspensão da compra do Banco Master pelo BRB devido a operação contra PCC

Representação do deputado Fábio Felix cita gestora REAG, investigada na ação que apura esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa

Por Da Redação
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Atualizado
BC recebe pedido de suspensão da compra do Banco Master pelo BRB devido a operação contra PCC

Foto: Divulgação/Banco Master e Divulgação/BRB

O Banco Central (BC) recebeu um pedido protocolar do deputado distrital Fábio Felix (PSOL) nesta quinta-feira (28). A representação pedia a suspensão da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), por conta da ligação do Master com a gestora de recursos REAG Investimentos, empresa citada na Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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A aquisição foi anunciada pelo banco público do Distrito Federal e já ganhava preocupações por conta da exposição do Master a ativos de difícil liquidez. O deputado relata no documento que a operação pode colocar "em risco o patrimônio público do Distrito Federal", caso o BRB incorpore ativos "contaminados por ilícitos".

Na representação, é destacado que a REAG tomou controle da holding do Will Bank com arranjos societários, nos quais o Master manteve cerca de 75% das operações bancárias.

Felix relata que o "emaranhado de vínculos" conecta o Banco Master a estruturas financeiras investigadas na operação que apura a utilização de fintechs e fundos de investimento, com o objetivo de lavar o dinheiro da facção criminosa através de fraudes no setor de combustíveis.

O documento também mostra que a REAG Investimentos já possui uma relação com o BRB, o que indicaria uma posição de interesse duplo na negociação.

Esta megaoperação foi deflagrada para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis e fundos de investimento. A Receita Federal brasileira afirmou que já foram identificados, no mínimo, 40 fundos de investimentos, incluindo multimercado e imobiliários, com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pelo PCC.

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