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Bicheiro do Rio de Janeiro e outros três homens são denunciados pelo assassinato do advogado Rodrigo Crespo

A Justiça já havia condenado os executores do crime a 30 anos de reclusão em março deste ano.

Por Da Redação
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Bicheiro do Rio de Janeiro e outros três homens são denunciados pelo assassinato do advogado Rodrigo Crespo

Foto: Reprodução.

Quatro homens acusados de participarem do assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo em fevereiro de 2024, no Rio de Janeiro, foram denunciados pelo Ministério Público do estado (MPRJ) na última segunda-feira (24).

Entre os denunciados está um dos líderes da nova cúpula do jogo do bicho, o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Ele é apontado como o responsável por encomendar o crime por acreditar que o advogado seria capaz de interferir em seus negócios. 

Investigado por liderar esquema de produção e distribuição de cigarros falsificados e  preso em fevereiro deste ano durante operação do Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ ), Adilsinho está em um presídio federal de segurança máxima. Segundo decisão do Juízo da 3ª Vara Criminal, ele deve continuar no local por mais três anos. 

Os outros três homens denunciados são  o policial militar Renato Franco Lopes, conhecido como Pitbull, Rafael Ferreira, o Cachoeira, e Ryan Patrick Barboza de Oliveira, o Motinha. Os dois primeiros são apontados como os responsáveis por monitorar a vítima e dar  "apoio operacional" ao crime, enquanto o último teria acompanhado a vítima nos dias anteriores ao crime com o intuito de identificar um local para o assassinato. 

Deles, o único que continua foragido é Cachoeira. No caso de Pitbull, um mandado de  prisão foi cumprido contra ele na segunda e a Justiça determinou a suspensão do exercício das funções públicas, bem como o porte de arma. Já Motinha, está preso desde de agosto de 2024 por envolvimento na morte do empresário Antônio Gaspazianni Chaves.

Condenados pelo crime 

Em março deste ano, a Justiça sentenciou a 30 anos de reclusão Leandro Machado da Silva, Cezar Daniel Mondêgo de Souza e Eduardo Sobreira Moraes por atuarem como executores no assassinato do advogado.    

Relembre o crime

No dia 26 de fevereiro de 2024, Crespo foi morto com ao menos onze tiros na Avenida Marechal Câmera, no centro da capital carioca, em frente ao escritório em que trabalhava. Á época,  o fato foi lamentado pela Ordem dos  Advogados do Brasil no estado (OAB-RJ) . 

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