Brasileiros apontam segurança e saúde como principais problemas do país, diz pesquisa
Inflação/preço dos produtos, educação pública e geração de emprego também estão entre os problemas mais comentados

Foto: Reprodução/FernandoFrazão/AgênciaBrasil
O Instituto Paraná Pesquisas apontou que a segurança e a saúde pública foram consideradas as maiores preocupações dos brasileiros no início de 2026. A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (02), também indicou inflação/preço dos produtos, educação pública e geração de emprego como os problemas enfrentados pelos brasileiros.
A inflação e o preço dos produtos aparecem em terceiro lugar, com 15,9% das menções, enquanto a educação pública (13,8%) e a geração de emprego e renda (9,4%) completam o topo das demandas sociais mais urgentes na visão da população.
Apenas 0,5% dos entrevistados não vão ter nenhum desses itens como problema. O Instituto também fez uma análise por gênero. Os homens indicaram que a segurança pública é a preocupação dominante (25,1%), e as mulheres apontaram a saúde pública (23,7%) em primeiro lugar, e a segurança aparecendo em segundo lugar (19,7%).
A pesquisa também trouxe a faixa etária dos entrevistados: sendo jovens de 16 a 24 destacam mais segurança (23,9%), seguido por educação pública (19,0%). Já os idosos com 60 anos ou mais mostram maior preocupação com segurança (23,9%) e saúde (21,8%).
Além disso, também foi divulgado o nível de escolaridade dos brasileiros que participaram da pesquisa: os entrevistados com ensino superior indicaram segurança pública (25,7%) como fator mais preocupante, seguido de educação pública (22,1%).
Para aqueles com ensino fundamental, saúde pública (24,2%) é a principal demanda, com educação pública recebendo apenas 9,9% das citações. Falando sobre as regiões do país, a segurança pública é o problema mais citado no Sudeste (23,7%) e no Nordeste (22,7%).
Já no Norte e no Centro-Oeste, a saúde pública lidera (22,3%), com inflação em alta (19,2%). No Sul, segurança (20,9%) e inflação (19,6%) dividem as primeiras posições.
A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de janeiro e ouviu 2.080 eleitores em 160 em todas as regiões do país, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para o total da amostra e nível de confiança de 95%.


