Bruno Reis aponta rejeição de Jerônimo e prevê vitória de ACM Neto
O assunto foi abordado pelo gestor durante as celebrações do 7 de Setembro em Salvador.

Foto: Farol da Bahia.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), declarou a vitória do candidato do seu partido à Governador da Bahia, ACM Neto, devido a mudanças no cenário político atual em comparação às eleições de 2022. Segundo ele, o fato da chapa estar "mais fortalecida com novos aliados" e o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) estar como uma "rejeição elevada", são fatores que favorecem o seu aliado político. O assunto foi abordado durante as celebrações do 7 de Setembro em Salvador, na manhã desta segunda-feira (7).
Em relação À formação da chapa, o gestor municipal destacou que a mesma está "mais forte", devido a entrada de políticos como o candidato ao Senado Ângelo Coronel (Republicanos) e o candidato a vice-governador, Zé Cocá (PP).
"Tem muitas diferenças de 22 em relação a 26. Primeiro, 22 nós estávamos divididos, hoje estamos unidos. Quem quer mudar só tem uma opção, que é ACM Neto. Segundo, há um fortalecimento do nosso grupo. Nós ganhamos novos aliados", disse.
"O próprio Senador do Ângelo Coronel é o maior exemplo disso. Também conseguimos produzir uma chapa mais forte do que a vez passada. Quando Zé Cocá aceitou o desafio de ser candidato a vice-governador, era ali uma sinalização clara de que estava montando uma chapa forte e que todos nós tínhamos muita convicção da vitória", disse.
Em relação à Jerônimo Rodrigues, Reis destacou que o petista tem sido mal avaliado pelos baianos.
"Hoje, diferente do passado, o governador tem uma rejeição elevada, coisa que na eleição passada ninguém o conhecia, não podia avaliá-lo", disse.
O gestor ainda afirmou que o principal adversário não tem obtido êxito no que diz respeito a políticas públicas, como a educação, a saúde e a segurança pública, o que tem feito o estado ocupar as piores posições do país, além de pontuar que "promessas feitas nunca foram cumpridas durante os 20 anos de governo petista na Bahia".
"E promessas que foram assumidas lá em 2006, no primeiro governo de Wagner, não saíram do papel. A ponte Salvador-Itaparica, o Porto Sul, a Ferrovia Oeste-Leste, a ampliação de mais uma faixa da BR 324, e aí poderia citar milhares. Então, de um lado você não tem é, políticas públicas que tem mudado a realidade da Bahia. E do outro lado você não tem obras e programas e projetos que tem ajudado a remodelar o nosso estado", concluiu.
Bruno Reis declarou ainda que há um maior "sentimento de mudança" e que chegou o momento de "libertar a Bahia, como nós libertamos o Brasil no 7 de setembro".


