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Diretor-geral da PF deve se encontrar com André Mendonça para reduzir tensões por determinação de Lula

O encontro entre os dois deve ser mediado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

Por Da Redação
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Atualizado
 Diretor-geral da PF deve se encontrar com André Mendonça para reduzir tensões por determinação de Lula

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria determinado ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que procure o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. O objetivo do encontro seria distensionar uma relação atualmente marcada por desconfiança. A informação foi divulgada pela Jornalista Ana Flor no G1. 

Mendonça é o relator dos inquéritos do caso Dark Horse/Mastere INSS/Lulinha. O encontro entre os dois deve ser mediado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva. 

De acordo com a colunista, há uma desconfiança entre integrantes da PF e do gabinete do ministro a respeito do ritmo das investigações dos casos e sobre vazamentos de informações. Há também divergências entre os ministros da Corte, em especial entre o vice-presidente, Alexandre de Moraes, e Mendonça. 

Dark Horse

O longa "Dark Horse" gerou repercussões na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, após serem reveladas mensagens entre ele e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, onde o candidato cobra dinheiro do banqueiro, supostamente para financiar o filme. 

A Polícia Federal (PF) investiga se os R$ 134 milhões enviados por Vorcaro foram utilizados para bancar o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL), que hoje vive nos Estados Unidos. Em junho, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, por tentativas de interferir no julgamento do pai. 

Caso Lulinha

Um relatório obtido pela Revista Veja aponta que a lobista Roberta Luchsinger encaminhou uma série de mensagens indicando que Lulinha teria atuado como agenciador oculto de empresários que desejavam fechar negócios milionários junto ao Governo Federal, incluindo o Ministério da Saúde.

Incluindo o Careca do INSS e a lobista, o grupo teria sido composto por Fernando Bittar, que é amigo e antigo sócio de Lulinha, que foi conhecido também na época da Lava-Jato por ser um dos donos do célebre sítio de Atibaia.

Ainda de acordo com apuração da Veja, o grupo teria tido ajuda de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, na ocasião em que ele comandava o gabinete do presidente Lula (PT). Investigadores apontam que existiram indícios de corrupção e tráfico de influência.

 

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