• Home/
  • Notícias/
  • Podcasts/
  • Fábio Rocha contesta estereótipos sobre novas gerações no mercado de trabalho

Fábio Rocha contesta estereótipos sobre novas gerações no mercado de trabalho

Em entrevista ao programa Sobretudo, especialista destaca papel da cultura organizacional nas empresas

Por Da Redação
Às

Fábio Rocha contesta estereótipos sobre novas gerações no mercado de trabalho

Foto: FB Comunicações

O consultor e professor Fábio Rocha participou do programa Sobretudo, apresentado por Matheus Oliva, em episódio exibido nesta quarta-feira (26), às 17h. Durante a conversa, o especialista abordou desafios da liderança contemporânea e refletiu sobre o comportamento das novas gerações no ambiente corporativo.

Ao comentar percepções comuns sobre jovens profissionais, Rocha avaliou que há distorções na forma como o tema é tratado. “O que eu acho que é um certo exagero é assim, é uma organização, é uma geração que não fica em nenhum lugar, não é verdade”, afirmou. Segundo ele, fatores como plano de carreira, identificação com o propósito da empresa e um ambiente transparente são determinantes para a permanência dos profissionais. “Se tem plano de carreira, se ela se identifica com o propósito da organização, se ela percebe transparência, diálogo [...] tenha certeza que ela pode fazer o que nós fazíamos ou fazemos até hoje, que é entrar na organização e morrer naquela organização”, completou.

O especialista também destacou que, embora existam equívocos, há mudanças reais no perfil das novas gerações, especialmente em relação às exigências no ambiente de trabalho. “Verdade, as novas gerações exigem muito mais um bom ambiente de trabalho, um ambiente saudável, uma cultura de valorização, de reconhecimento, de feedback”, disse.

Durante a entrevista, Rocha ainda diferenciou conceitos frequentemente confundidos dentro das organizações, como pertencimento, satisfação e engajamento, e ressaltou que líderes precisam compreender essas nuances para melhorar a gestão de equipes. “Pertencimento é uma coisa, satisfação é outra, engajamento é outra”, pontuou.

Outro ponto abordado foi o convívio entre diferentes faixas etárias no mesmo ambiente profissional. Para ele, a presença simultânea de várias gerações nas empresas impõe novos desafios à liderança. “É a primeira vez na história do mundo que nós chegamos a ter quatro ou cinco diferentes gerações trabalhando na organização”, afirmou, destacando a necessidade de adaptação por parte dos gestores.

A entrevista reforça a importância de uma liderança mais estratégica e sensível às transformações culturais dentro das organizações, especialmente diante das mudanças no perfil dos trabalhadores.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário