FIFA não vai punir árbitro acusado de fazer gesto supremacista

Investigação havia sido instaurada após repercussão nas redes sociais

Por Da Redação
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FIFA não vai punir árbitro acusado de fazer gesto supremacista

Foto: Reprodução

Após investigação, a FIFA concluiu que não houve irregularidades em gesto feito por árbitro de vídeo durante transmissão de partida da Copa do Mundo no último domingo (14).

Imagens mostram o árbitro de vídeo australiano Shaun Evans realizando um sinal com a mão direita, que poderia ser interpretado como um sinal ligado ao movimento supremacista branco "White Power". O caso aconteceu durante a transmissão do jogo entre Alemanha e Curaçao, e repercutiu nas redes sociais. 

Em comunicado, divulgado nesta segunda (15), a FIFA afirmou que o Comitê Disciplinar Independente analisou o ocorrido e não encontrou evidências de violação ao Código Disciplinar da entidade. 

Dessa forma, Shaun Evans não sofreu qualquer sanção relacionada ao episódio.

"O Comitê Disciplinar Independente da Fifa pode confirmar que, após analisar o caso envolvendo o árbitro assistente de vídeo de apoio Shaun Evans, não encontrou nenhuma evidência de violações do Código Disciplinar da Fifa", diz.

O símbolo é efetuado levantando três dedos, formando a letra "W", e um círculo entre o polegar e o indicador, representando a letra "P". 

O símbolo é associado ao slogan "White Power", "Poder Branco". Inicialmente, em 2017, surgiu como uma brincadeira na internet, mas passou a ser adotado por grupos extremistas em 2019. Desde então, é associado e reconhecido como um símbolo associado à supremacia branca.

Shaun Evans também atuou durante a Copa do Mundo de 2022, no Catar. Ele é árbitro profissional desde 2024 e integra a Federação Australiana de Futebol.

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