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Governo da Bahia abre inscrições para os editais Carnaval do Pelô e Ouro Negro 2027

Podem participar entidades que atuem nas categorias afro, afoxé, bloco de samba, bloco de reggae e bloco de índio

Por Da Redação
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Governo da Bahia abre inscrições para os editais Carnaval do Pelô e Ouro Negro 2027

Foto: Divulgação/SecultBA

O governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), está com as inscrições abertas, a partir desta segunda-feira (14), para os editais Ouro Negro 2027 Carnaval do Pelô 2027. As seleções vão apoiar propostas para a programação carnavalesca e outras festas populares da Bahia, com inscrições gratuitas até 8 de outubro de 2026.

Segundo a pasta, o edital Ouro Negro 2027 destina R$ 17 milhões para apoiar 138 propostas de organizações culturais de matrizes africanas. Podem participar entidades que atuem nas categorias afro, afoxé, bloco de samba, bloco de reggae e bloco de índio.

O apoio abrange desfiles nos Carnavais 2027 em municípios baianos, na Micareta de Feira de Santana e nas Lavagens do Bonfim, de Itapuã e de Santo Amaro.

Em Salvador, as propostas devem prever participação em pelo menos um dos sete circuitos oficiais do Carnaval: Dodô, Osmar, Batatinha, Riachão, Mestre Bimba, Circuito das Águas e Mãe Hilda Jitolu.

Já para a programação do Carnaval do Pelourinho, localizado no Centro Histórico de Salvador, a SecultBA vai selecionar 87 propostas, com recursos de R$ 3,03 milhões da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). O edital está dividido em 10 modalidades, que abrangem diferentes formas de participação artística na folia.

Podem ser apresentadas propostas para palcos, desfiles e intervenções culturais, contemplando categorias como Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Rap, Pagode/Pagotrap e Guitarra Baiana. Também estão incluídas modalidades para Bandas Itinerantes, Orquestras, Bailes Infantis, Microtrios e Nanotrios.

O processo seletivo também conta com indutores de pontuação voltados a propostas compostas majoritariamente por pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e povos indígenas, ampliando a participação desses grupos na programação.

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