Hugo Calderano volta ao top 3 do ranking mundial de tênis de mesa

Brasileiro sobe uma posição na lista da Federação Internacional de Tênis de Mesa mesmo após queda nas quartas do WTT Champions Chongqing.

Por Da Redação
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Hugo Calderano volta ao top 3 do ranking mundial de tênis de mesa

Foto: WTT Champions

O brasileiro Hugo Calderano retornou ao top 3 do ranking mundial do tênis de mesa. Mesmo eliminado nas quartas de final do WTT Champions Chongqing no último sábado (14), o atleta subiu uma posição na atualização divulgada na última segunda-feira (16) pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF).

Calderano foi derrotado de virada pelo francês Felix Lebrun, algoz também na disputa da medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

O brasileiro havia passado as duas semanas anteriores na quarta colocação, após permanecer por três atualizações seguidas no segundo lugar, o melhor ranking de sua carreira. Desde novembro de 2018, ele não sai do top 10 mundial.

Com 6.080 pontos, Calderano ultrapassou o japonês Tomokazu Harimoto, que soma 6.000. O ranking é liderado pelo chinês Wang Chuqin, seguido pelo sueco Truls Moregard.

Além do desempenho individual, o brasileiro mantém um feito histórico: é o único atleta fora do eixo Ásia-Europa a alcançar o top 3 do ranking em 100 anos de ITTF.

Na temporada 2026, o mesa-tenista de 29 anos disputou cinco torneios e conquistou um título, a ITTF Americas Cup. Em 15 partidas disputadas no ano, venceu 11 e perdeu quatro. Considerando os games, são 45 vitórias em 67 disputados.

Calderano também vem acumulando bons resultados em duplas. Ao lado da namorada Bruna Takahashi, ele conquistou pela primeira vez um título de Grand Smash, torneio equivalente aos Grand Slams do tênis dentro do circuito da modalidade. O casal, apelidado de “Calderashi”, ocupa atualmente a quarta posição no ranking mundial de duplas.

O próximo desafio do brasileiro será na Copa do Mundo de Tênis de Mesa, que começa no dia 30 de março. Em sua sétima participação no torneio, Calderano tentará defender o título conquistado no ano passado, quando se tornou o primeiro atleta fora da Ásia ou Europa a vencer a competição.
 

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