Isis Valverde é criticada na web após vazamento de detalhes de processo trabalhista movido por funcionária
Segundo o advogado da artista a cozinheira não acumulava funções.

Foto: Reprodução / Redes Sociais
A atriz Isis Valverde passou a ser criticada nas redes sociais após terem sido divulgados detalhes de um processo trabalhista movido por uma funcionária da artista. Após a exposição dos detalhes, o advogado de defesa da atriz, Ricardo Brajterman, se manifestou e disse que o caso está sendo veiculado de forma distorcida.
Os detalhes da ação foram divulgadas inicialmente pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia. De acordo com o advogado de Valverde, algumas matérias estariam apresentando apenas a versão da ex-funcionária e que o assunto foi encerrado por meio de acordo judicial há meses.
Bratjterman disse que a indenização solicitada pela funcionária tinha o valor inicial de R$ 400 mil, porém o acordo final encerrou em R$ 30 mil, dividido em parcelas. Para ele, isso seria um demonstrativo de que as acusações contra a atriz não foram confirmadas.
O jurista alega que os relatos sobre a rotina da empregada não são verdadeiras. Ainda comentou sobre existir uma suposta relação respeitosa e com a colaboradora, baseada no cumprimento das obrigações trabalhistas.
“É completamente mentirosa a alegação de que a cozinheira tinha carga horária de 12 horas e 20 minutos de descanso, e também ficou provado que ela não acumulava funções”, declarou em entrevista ao portal LeoDias.
Ricardo Brajterman diz que a atriz estaria sendo alvo de uma onda de críticas e que pretende buscar medidas judiciais contra manifestações consideradas ofensivas. “Minha cliente desde ontem vem sendo vítima de uma campanha vil de cancelamento, calúnia e injúria promovida pelo ‘Tribunal da Internet’”, afirmou.
O que diz a funcionária?
A ex-funcionária da atriz entrou com um processo trabalhista pedindo uma indenização de R$ 385.233,56. No processo, a cozinheira relata que passou a acumular funções típicas de empregadas domésticas, mesmo tendo sido contratada como cozinheira.
De acordo com o processo ela foi admitida em 18 de março de 2014 e permaneceu no emprego por mais de sete anos. Ela foi dispensada sem justa causa em 12 de novembro de 2021. Durante esse período, o salário teria iniciado em R$ 1.500, chegando, com o passar dos anos, ao patamar de R$ 2.500 mensais.
A ex-funcionária alega que trabalhava em uma escala 5x2, com jornada das 8h30 até 20h ou 20h30. O que totaliza uma carga horária diária que poderia ultrapassar 12 horas de trabalho, além de ter apenas 20 minutos de pausa.


