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Já visando eleições de 2022, Freixo e Dino defendem união de partidos de esquerda no 2º turno

Parlamentares debateram sobre o assunto em live realizado no último domingo (15)

Por Da Redação
Às

Já visando eleições de 2022, Freixo e Dino defendem união de partidos de esquerda no 2º turno

Foto: Reprodução

Durante transmissão ao vivo nas redes sociais na noite do último domingo (15), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e o deputado federal Marcelo Freixo (Psol) defenderam a ideia de que os partidos de esquerda deveriam se unir contra o bolsonarismo, já projetando as eleições de 2022.

Para este ano, Freixo defendeu uma "grande aliança progressista" no segundo turno, citando as candidaturas de Manuela D´Ávila (PcdoB) em Porto Alegre (RS) e de Guilherme Boulos (Psol) em São Paulo (SP), além de outros candidatos do PDT, PT e PSB. “Não podemos cometer o erro que cometemos no passado”, afirmou Freixo em relação a pulverização de candidaturas.

Os dois parlamentares avaliaram que os resultados preliminares nas eleições municipais deste ano são melhores para o campo da esquerda do que em eleições anteriores.  “A esquerda, sem dúvidas, se nós compararmos com 18, está muito melhor posicionada”, afirmou Flávio Dino. “Se nós compararmos com 2016, a esquerda também está muito mais vitoriosa hoje”, emendou Freixo, citando ainda, que a extrema-direita é a grande derrotada do ano.

“Acho que avançamos bastante. Vimos a esquerda mostrando força em várias cidades – mesmo que não ganhe –, mostrando força, representatividade”, destacou Dino.

PT

Flávio Dino afirmou serem "precipitadas" as análises sobre enfraquecimento do PT nestas eleições. "A gente vê um pluralismo na esquerda e isso é bom" analisou o governador.

“O PT se mostra vivo e o PT não precisa mais achar que a sua vitória vem só do seu hegemonismo”, destacou Freixo. De acordo com ele, o partido tem um papel grande de compor uma frente da esquerda. “Qualquer recomposição da esquerda terá que ser com a participação do PT. Nós não vamos fazer uma renovação da esquerda sem o PT. Quem pensa isso, está errado.”

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