Magno Malta recusa acordo do Ministério Público em processo de acusação por agredir técnica de enfermagem
O acordo havia sido oferecido pelo órgão em documento enviado ao TJDFT.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.
A defesa do senador Magno Malta (PL-ES) declarou que o parlamentar vai rejeitar a proposta de acordo oferecido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em relação ao caso de agressão contra um técnica de enfermagem.
O acordo havia sido oferecido pelo órgão público em documento enviado ao Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT). Nele, o MPDFT reconheceu que houve "vias de fato" no episódio e apresentou a proposta de que o parlamentar prestasse 45 horas de serviços à comunidade ou que realizasse o pagamento de R$ 6 mil, em até três parcelas, para uma instituição que seria indicada.
Porém, em nota, a defesa do político pontuou que não houve "qualquer agressão contra a técnica de enfermagem”, destacando que a ausência de laudo pericial comprovando a agressão, e afirmou que o senador "seguirá exercendo seu direito de defesa e confia que os fatos serão devidamente esclarecidos”.
Relembre o caso
Segundo relato da técnica de enfermagem do Hospital DF Star à polícia, o senador Magno Malta a agrediu no dia 30 de abril de 2026 como um tapa no rosto e a xingou de "imunda" e "incompetente". O fato ocorreu enquanto a técnica se aproximava para fazer um compressão ao constatar que o contraste havia extravasado para o braço do parlamentar durante a preparação para realização de uma tomografia.
O senador chegou a negar as acusações na época e classificou o relato da profissional como "absurdo" e "imundo". No incido do mês seguinte, ele registrou um boletim de ocorrência on-line junto à Polícia Civil do Distrito Federal contra a técnica.


