Maria Braz traduz o “Tropical Couture” em alta-costura escultural no Baile da Vogue!
De frequentadora assídua do baile desde os 18 anos à referência de estilo no Carnaval, a influenciadora apostou em vestido Carolina Herrera e olhos marcados

Foto: Only Lusca
Maria Braz (@mariabbraz) surgiu deslumbrante no Baile da Vogue ao surgir com uma proposta que une memória, identidade e alta-costura. Frequentadora do evento desde os 18 anos, quando o evento ainda acontecia em São Paul, ela celebra a tradição de nunca ter perdido uma edição e de cultivar, desde a infância, o amor pelo Carnaval. “Cresci vendo meus pais frequentando a Sapucaí e bailes de carnaval. Sempre foi um momento do ano que eu amava me fantasiar”, relembra.
Para a edição com o tema Tropical Couture, Maria escolheu traduzir o tropical sob a ótica da alta-costura, afastando-se da fantasia literal. O vestido assinado por Carolina Herrera aposta em uma construção escultural com volumes marcantes e combinação vibrante de rosa e laranja, evocando o pôr do sol carioca e a energia pulsante da folia. A silhueta estruturada transforma cor e forma em protagonismo, reforçando a sofisticação como ponto central da narrativa.
A maquiagem, com aplicação de plumas na mesma paleta do vestido, surge como extensão artística do look em referência à natureza exuberante e ao movimento da carnavália, reinterpretados de maneira contemporânea.
Maria também guarda memórias icônicas do evento, como o primeiro baile realizado no Rio de Janeiro, cujo tema foi Surrealismo Tropical. “Tenho muito carinho por aquele look, era uma cabeça de orquídeas com olhos, super surpreendente e brasileira”, conta. Para ela, momentos como a recriação de um look de Xuxa por Sasha também marcam a potência cultural do baile.
No Baile da Vogue 2026, Maria Braz também participou da iconica “Suíte Vogue”, ao lado de Fátima Bernardes.


