Medalhista brasileiro de taekwondo é suspenso por um ano por falhas antidoping
Ícaro Miguel teve três falhas de localização em 12 meses e ficará afastado até agosto de 2027.

Foto: Arquivo pessoal
O taekwondista brasileiro Ícaro Miguel foi suspenso por um ano por violação às regras antidoping. A punição ocorre após o atleta acumular três falhas de localização em um período de 12 meses, conforme previsto no Código Mundial Antidopagem.
A suspensão do mineiro de 31 anos começou em 1º setembro de 2026 e segue até 31 de agosto de 2027. Durante o período, ele está impedido de participar de competições e atividades esportivas oficiais. A decisão ainda cabe recurso.
Vice-campeão mundial em 2019 e ex-líder do ranking mundial, Ícaro afirmou que nunca utilizou substâncias proibidas e que o processo não envolve teste positivo. Segundo o atleta, as ocorrências estão relacionadas ao sistema de localização ADAMS e teriam ocorrido, entre outros motivos, por uma falha técnica no envio das informações.
As chamadas falhas de localização podem ocorrer quando o atleta não é encontrado no local informado para um teste ou quando deixa de apresentar corretamente seus dados de paradeiro. A punição prevista para três ocorrências em 12 meses varia de um a dois anos de suspensão.
Em nota, Ícaro também afirmou que as falhas ocorreram durante um período de dificuldades pessoais e disse que aguardará o encerramento definitivo do processo antes de voltar a se pronunciar sobre o caso.


