Nissan Frontier híbrida é flagrada no Brasil pela primeira vez

Picape vem importada da China e pode indicar possível lançamento

Por Marcos Camargo Jr.
Às

Nissan Frontier híbrida é flagrada no Brasil pela primeira vez

Claro, Marcos. Segue uma reescrita completa, mantendo o tom jornalístico, informativo e sem adjetivações excessivas, alinhado ao seu estilo:

 

 

A Nissan Frontier híbrida plug-in voltou ao centro das atenções no mercado automotivo brasileiro após uma série de flagras recentes. Imagens divulgadas pelo perfil BFMS mostram a picape já em solo nacional, no Porto de Santos (SP), o que indica que o modelo eletrificado deixou o campo dos estudos e passou a circular fisicamente no país, mesmo sem qualquer anúncio oficial da Nissan.

O movimento acontece em um momento em que o segmento de picapes começa a receber soluções híbridas, como a BYD Shark, e reforça a estratégia da Nissan de utilizar projetos desenvolvidos na China para renovar sua oferta global. No caso da Frontier, a base é um modelo criado em parceria com a Dongfeng, seguindo uma lógica semelhante à adotada por outras marcas que aceleram a eletrificação a partir do mercado chinês.

A presença da Frontier híbrida no Brasil também dialoga com declarações recentes da Nissan sobre a eletrificação da linha de picapes, diante de metas globais de emissões mais restritivas e da transformação tecnológica do segmento. Além da caminhonete, a marca também realiza testes no país com o sedã elétrico N7, já flagrado em diferentes regiões.

Frontier híbrida plug-in: como é?

O modelo visto no Brasil corresponde à Frontier híbrida plug-in, conhecida na China como Frontier Pro. Desenvolvida sobre a plataforma Dongfeng Z9, a picape combina tecnologias da Nissan com componentes locais e não tem relação direta com a Frontier atualmente produzida no México.

O visual traz assinatura luminosa em LED contínua e grade com identidade V-Motion, reforçando o alinhamento com a linguagem global da marca. Entre os equipamentos inéditos para o modelo estão portão traseiro com acionamento elétrico, capota eletrônica da caçamba e estribos retráteis automáticos.

No interior, a proposta se aproxima da de um SUV médio, com painel digital e central multimídia de 14,6 polegadas. O sistema de som é assinado pela Focal, e o pacote inclui teto solar panorâmico, bancos traseiros com encosto reclinável em três posições e portas traseiras com abertura de até 90 graus, ampliando a versatilidade no uso familiar.

Conjunto mecânico Híbrido plugin 

O sistema híbrido plug-in combina motor a combustão e unidade elétrica para entregar até 410 cv de potência e 800 Nm de torque. Segundo dados do ciclo chinês CLTC, a autonomia em modo 100% elétrico pode chegar a 135 km. A tração é integral, a capacidade de reboque atinge 3,5 toneladas e o modelo conta com pacote de assistência à condução de nível 2.

Outro destaque é o sistema de fornecimento externo de energia, com potência de até 6 kW, permitindo alimentar equipamentos ou outros dispositivos elétricos — uma funcionalidade cada vez mais presente em picapes eletrificadas.

A chegada da Frontier híbrida ao Brasil sugere que a Nissan avalia a introdução oficial do modelo no mercado nacional, acompanhando o avanço de picapes híbridas e eletrificadas em escala global. Além da caminhonete, o sedã elétrico N7 também aparece como parte desse movimento. Procurada, a Nissan não confirma informações sobre futuros lançamentos no país.

 

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